Maria Pudim

"Estou aqui construindo o novo dia com uma expressão tão branda e descuidada que dir-se-ia não estar fazendo nada. E, contudo, estou aqui construindo o novo dia!" António Gedeão

A minha fotografia
Nome: Maria Lua
Localização: Loures, Portugal

Quarta-feira, Janeiro 31, 2007

Exposição de Lenços dos Namorados
Arte da Terra - Lisboa
Até 28 de Fevereiro


"Bai, carta feliz, buando nas asas de um passarinho; cuando bires o meu amor; dále um abraço e um veijinho. O português é arcaico, mas o sentimento é eterno. Os lenços dos namorados continuam na moda, mais ainda em mês de São Valentim. A Arte da Terra promove uma exposição que reúne mais de cem testemunhos da tradição iniciada nos séculos XVII e XVIII, para ver até 28 de Fevereiro."

Arte da Terra
Rua Augusto Rosa, n.º 40
Lisboa
Tel.: 212745975
Site: www.aartedaterra.pt

In Revista Vogue - Fevereiro 2007

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Terça-feira, Janeiro 30, 2007

As cores do Inverno no Alentejo

"A Primavera que todos imaginamos, aquela das flores, acontece no Alentejo nos meses de Janeiro a Março.
Os campos cobrem-se de mil tons em mudança no espaço e no tempo.
É o Alentejo mais colorido do ano!
Ouvem-se os primeiros cantos dos machos das aves em busca da companheira ideal.
Casais de águias iniciam as suas acrobacias aéreas, fortalecendo laços que os unem para toda a vida.
Regressam as primeiras aves que tinham procurado regiões mais quentes e partem as que buscam sítios mais frios.
A Natureza continua o seu ciclo, a preparar-se para a reprodução e renovação genial."

Encontre a magia no Alentejo - http://www.alentejonatural.pt/pages/exp_rotas.php

In site: www.alentejonatural.pt

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Segunda-feira, Janeiro 29, 2007

de IC19 a ECO19 - car-sharing

"Não espanta a quantidade de carros que circulam com só um condutor ao bordo?
Moro no Monte Abraão. Quando não posso fazer de outra forma indo de pé ou de transportes, conduzo muitas vezes pela IC 19 e nas estradas que dela partem e a ela chegam. Um rio de automóveis que passa no meio de casas e prédios construídos no cimento, aonde uma parte da Grande Lisboa volta para dormir, ao fim da tarde, de noite, ao almoço, ao fim do dia, na madrugada, ao amanhecer.
24 horas de ponta.
Condutores sozinhos ou, com um bocado de sorte, com um rádio por companheiro de caminho.
Já pensaram de quanto se podia reduzir o número de carros nas estradas se eles circulassem cheios, ou pelo menos com 2, 3 pessoas ao bordo?"


Anna, utilizadora habitual do IC19, criou o blog ECO19 lançando um desafio: partilhar o carro no trajecto Sintra-Lisboa.
O "car-sharing" traz muitas vantagens, na redução da poluição, dos gastos em gasolina, do transito e da solidão.
Visitem http://ecocar19.blog.pt/ para mais pormenores.

In blog: http://tlx.mahost.org/

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Domingo, Janeiro 28, 2007

Eram 10h00 quando fomos para a horta (na zona saloia chamamos horta ao terreno onde se faz a agricultura) semear favas.
Pois bem, com um frio de rachar e uma chuva intensa, andei a colocar 3 favas e um pouco de nutriente em cada cova. Finalizei sem sentir as mãos por causa do frio, com o cabelo completamente molhado assim como toda a roupa, com dois quilos de terra completamente colada aos ténnis (que fazia com que cada passo dado fosse difícil e em falso...) e a cair NEVE!
Posso garantir que estas favas, se tudo correr bem durante a sua germinação, serão magnificamente recordadas com pequenos e brancos flocos de NEVE, num dia gélido de Janeiro.
Apesar do facto de NEVAR pelo segundo ano consecutivo não ser bom indicador em termos ambientais, não posso ficar indiferente à sensação de beleza e alegria que a NEVE traz ao meu coração.
Tal como no ano passado, foi um deslumbrante e adiantado presente de aniversário!
Hoje a receita não é doce, mas também é muito saborosa e fácil de fazer.

Macaroni and Cheese

"Todos certamente conhecem a famosa receita americana do macarrão com queijo.
Como qualquer receita de massa esta é também bastante rápida e fácil de fazer. A escolha de queijos pode ficar ao vosso critério. Eu fiz com parmesão e mozzarela, mas podem usar emmental, ou até queijo flamengo. Dependerá do gosto de cada um.
Ingredientes (para 2 pessoas):
250 gr Macarrão riscado
1 chávena de leite
1 colher de sopa bem cheia de farinha
1 colher de sopa de margarina
1oogr de Mozarela ralado
50 gr de parmesão ralado
azeite
sal
nós moscada
pimenta
sumo de limão
Preparação:
Começar por colocar uma panela com água temperada com sal e um fio de azeite ao lume. Quando a água estiver a ferver em cacho, coloque a massa e deixe cozinhar até estar "al dente".
Entretanto prepare o molho. Leve ao lume num tachinho a margarina e deixe derreter. Junte a farinha e deixe cozer um pouco mexendo sempre. Aos poucos e poucos vá juntando o leite de modo a ficar com uma mistura homogénea. (Se engrumar, não há nada que a varinha mágica não resolva!) Tempere com sal, pimenta, noz moscada e sumo de limão. Junte os queijos e mexa bem.
Assim que a massa estiver cozida, escorra e passe por água fria para parar a cozedura. Envolva com o molho de queijo, coloque num prato que possa ir ao forno, espalhe um pouco de queijo parmesão ralado por cima e leve ao forno a gratinar.
Sirva quente com uma salada!"

In blog: http://www.paracozinhar.blogspot.com/

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Sábado, Janeiro 27, 2007

Letras

Não receie crescer devagar, só tenha medo de permanecer imóvel.
Provérbio Chinês

Julguei-me desgraçado por não ter sapatos até ao dia em que deparei com um homem que não tinha pés.
Provérbio Chinês

Ama-me quando eu menos merecer, pois é quando eu mais preciso.
Provérbio Chinês

Se quiser ter alguma coisa, gaste primeiro o suor do rosto.
Provérbio Tupuri

Não julgue o caminho de outro homem até que tenha caminhado uma milha com os seus mocassins.
Provérbio dos Índios Pueblos

Reparte o teu pão pela superfície das águas e acabarás por reencontrá-lo.
Provérbio Judaico

Como Deus não podia estar em todo o lado ao mesmo tempo, criou a mãe.
Provérbio Judiaco

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Sexta-feira, Janeiro 26, 2007

Centro de Arte – Colecção Manuel de Brito
Parque dos Anjos, Algés


"Inaugurado em Novembro de 2006, o Centro de Arte criado para abrigar a riquíssima colecção de Manuel de Brito é local de visita obrigatória para todos os admiradores da arte contemporânea.
Ao longo da sua vida o fundador da Galeria 111 reuniu na sua colecção particular cerca de 2000 obras, constituindo uma das mais impressionantes amostras de arte contemporânea portuguesa. Mário Eloy, Júlio Pomar, Júlio Resende, Vieira da Silva, Cruzeiro Seixas, Cesariny, Vespeira, Graça Morais, Paula Rego, Júlio Pomar, Menez, Eduardo Batarda, Cabrita Reis, Joana Vasconcelos, José Pedro Croft são apenas alguns dos nomes bem representados na sua colecção e agora expostos em Algés.
O Parque Anjos – Palácio e jardins – outrora casa de veraneio da praia de Algés, situada bem perto da estação de comboios, foi o local escolhido para receber a colecção, sofrendo por isso uma importante e bem conseguida obra de reabilitação. O resultado é um espaço aprazível e uma enorme mais valia para o concelho de Oeiras, cumprindo, por certo, o desejo do coleccionador, falecido em 2005."

Centro de Arte - Colecção Manuel Brito
Parque dos Anjos (Palácio e jardins)
Palácio Anjos, Alameda Hermano Patrone - Algés
Horário: Ter a Dom, 13h-18h
Infra-estruturas: Transportes: Comboio Algés

In site: http://www.myguide.pt/home.aspx?accao=detalhe&destinoid=13&objturid=2623&objturtipoid=9

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Quinta-feira, Janeiro 25, 2007

A Feitoria - www.feitoria.com.pt

"A Feitoria é uma loja electrónica que vende produtos portugueses, sobretudo artesanais e tradicionais. O que nos motivou na escolha dos produtos para este catálogo foi o seu desenho, a sua função, e o seu possível enquadramento em casas e estilos de vida contemporâneos, e amigos do ambiente.
Pensamos também nos milhões de portugueses que vivem longe de Portugal e que podem encontrar na Feitoria uma forma de se aproximarem do seu país natal.
Ao viajar pelo país para adquirir estas peças e vendê-las a si directamente, a um preço razoável, pretendemos conseguir além de algum rendimento, uma maneira de promover essas peças junto de audiências mais vastas, noutras culturas, nacionalidades e contextos. Esperamos, dessa forma, criar um circuito em que ganham os artesãos, ganhamos nós e ganham os clientes finais.
Quando compra produtos da Feitoria sabe que:
Está a pagar o preço justo ao produtor (artesão) protegido das manipulações do mercado.
Todos os produtos são fabricados ou produzidos em Portugal.
Está a ajudar a estabelecer relações comerciais duradouras,
pagar o produto por adiantado e permitir a planificação a longo prazo.
Está a rejeitar a exploração laboral das crianças.
Defender que para igual trabalho, igual remuneração, Homem ou Mulher.
Este projecto foi desenvolvido através de uma Iniciativa Local de Emprego, apoiada pelo IEFP."


In site: http://www.feitoria.com.pt/gca/index.php?id=1

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Quarta-feira, Janeiro 24, 2007

Sapadores florestais semeiam carvalhos na Serra da Estrela
Iniciativa a ter lugar em Manteigas, dia 29 Jan
Quarta-Feira, 24 de Janeiro de 2007

"Dezenas de brigadas de sapadores florestais, oriundas das mais de 80 associações que fazem parte da Federação dos Produtores Florestais de Portugal (FPFP), juntamente com equipas protocoladas com o Parque Natural da Serra da Estrela, pessoal da Câmara de Manteigas e o apoio da Junta de Freguesia de São Pedro, vão realizar acções de plantação em Manteigas. Marcada para segunda-feira, a iniciativa decorre no âmbito do projecto Um Milhão de Carvalhos para a Serra da Estrela, desenvolvido pela ASE – Associação Cultural Amigos da Serra da Estrela.
Esta iniciativa, integrada na campanha que começou em Novembro, começa às 9h00 de segunda-feira (29 Janeiro), com a entrega simbólica das árvores aos sapadores florestais, por parte das crianças da pré-primária, junto à Igreja de São Pedro. As plantações e sementeiras de Quercus pyrenaica, Bétula celtibérica e Sorbus aucupária, prosseguem depois nas linhas de cabeceira do alto Zêzere, em locais definidos pela ASE. Além da plantação, a FPFP «vai ainda instalar uma exposição itinerante, destinada a sensibilizar a comunidade escolar para a importância da floresta», refere a Associação dos Amigos da Serra da Estrela. A mostra pode ser vista na segunda, a partir das 14h00, e terça-feira, entre as 9h00 e as 17h00."

In site: http://www.diarioxxi.com

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Terça-feira, Janeiro 23, 2007

Exposição: Fotografia no Douro
Centro Português de Fotografia - Porto
Até 28 de Fevereiro
Entrada Livre

"O mote foi a comemoração dos 250 Anos das Demarcações Pombalinas do território duriense. O Centro Português de Fotografia (CPF) juntou-se ao Museu do Douro para contar uma história da imagem fotográfica da região. As fotografias e as técnicas mais antigas de Fotografia no Douro: Arqueologia e Modernidade saíram das mãos de dois ingleses que viveram no Porto, o fotógrafo calotipista Frederick William Flower (1815-1889) e Joseph James Forrester (1809-1861), acérrimo defensor do vinho do Porto. A mostra tem o atractivo extra de dar a ver, pela primeira vez, imagens da colecção Alcídia e Luís Viegas Belchior, comprada este ano pelo CPF. Para além deste espólio, há também fotografias provenientes das colecções de João Clode e Ângela Camila Castelo Branco e António Faria. Entre os fotógrafos com imagens arqueológicas contam-se nomes como, Joaquim Possidónio Narciso da Silva, Emílio Biel, Domingos Alvão, Aurélio da Paz dos Reis e Joshua Benoliel. Na fotografia mais recente, foram seleccionadas imagens de Gabriele Basilico, Bernard Plossu, Duarte Belo, José Manuel Rodrigues, entre outros. Antes de chegar ao Porto, esta mostra passou pelo Royal College of Arts de Londres, onde foi inaugurada, e pelo salão central da Comissão Europeia de Bruxelas."

Fotografia no Douro: Arqueologia e Modernidade
Centro Português de Fotografia, Porto
Edifício da Cadeia da Relação, Campo Mártires da Pátria
Tel.: 222076310
E-mail: email@cpf.pt
De ter. a sex., das 15h00 às 18h00. Sáb. e dom. e fer. 15h00 às 19h00.

In blog: http://blogs.publico.pt/artephotographica/

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Segunda-feira, Janeiro 22, 2007

Em memória de todos os Pescadores que o Mar levou

Dizem os ventos que as marés não dormem esta noite.
Estou assustada à espera que regresses. As ondas já
engoliram a praia mais pequena e entornaram algas
nos vasos da varanda. E, na cidade, conta-se que
as praças açoitaram à tarde dezenas de gaivotas
que perseguiram os pombos e os morderam.

A lareira crepita lentamente. O pão ainda está morno
à tua mesa. Mas a água já ferveu três vezes
para o caldo. E em casa a luz fraqueja, não tarda
que se apague. E tu não tardes, que eu fiz um bolo
de ervas com canela; e há compota de ameixas
e suspiros e um cobertor de lã na cama e eu

Estou assustada.A lua está apenas por metade,
a terra treme. E eu tremo, com medo, que não voltes.

Maria do Rosário Pedreira (n. 1959)

Via: http://www.barcosflores.blogspot.com/

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Domingo, Janeiro 21, 2007

Começou o tempo das Laranjas e as minhas laranjeiras estão "carregadas", por isso (aproveitando os ingredientes da época que são os melhores!) a culinária nos próximos tempos vai fazer honras a este saudável citrino!

Bolo de Laranja

Ingredientes
300g de açúcar amarelo
200g de farinha para bolos (já com fermento)
6 ovos (à temperatura ambiente)
2 laranjas (raspa e sumo)
Preparação
Bate-se o açúcar com as gemas (mais ou menos 10 minutos).
Junta-se o sumo e a raspa das laranjas, sempre a bater, e em seguida junta a farinha e bate bem.
Por último, envolve cuidadosamente, com uma colher de pau, as claras em castelo.
Deita-se numa forma (de chaminé) untada com margarina, polvilhada com farinha e forrada com papel vegetal e vai a cozer ao forno entre 180-190ºC.
O forno deve ser pré-aquecido (ligar o forno 15-20 minutos antes de colocar a forma com a massa).

O original desta receita foi retirada da revista Blue Living - 2006, mas sofreu algumas alterações.

Biscoitos de Laranja

Ingredientes
250g de farinha para bolos (já com fermento)
200g de açúcar amarelo
150g de manteiga amolecida
2 ovos (à temperatura ambiente)
1 laranja média (raspa e sumo)
Preparação
Bater o açúcar com a manteiga (até obter um creme esbranquiçado, mais ou menos 10 minutos). Juntar os ovos, a raspa e sumo de laranja e continuar a bater.
Em seguida juntar a farinha e bater bem.
Untar um tabuleiro de ir ao forno com margarina e polvilhar com farinha, e com uma colher de sobremesa colocar no tabuleiro pequenos montes de massa bem separados uns dos outros (se a massa estiver muito líquida, poderá colocar um pouco mais de farinha para ganhar alguma consistência).
Levar ao forno durante 15-20 minutos a 190ºC.
O forno deve ser pré-aquecido (ligar o forno 15-20 minutos antes de colocar a forma com a massa).
Quando estiverem prontos, deve retirar o tabuleiro do forno e descolar as bolachas ainda quentes.

O original desta receita foi retirada da revista Lusitana - n.º 19, Dez 2006, mas sofreu algumas alterações, nomeadamente no tipo de farinha utilizada.

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Sábado, Janeiro 20, 2007

Letras

Nas cidades a vida é mais pequena.
Alberto Caeiro (15.04.1889 - 1915), heterônimo de Fernando Pessoa

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Sexta-feira, Janeiro 19, 2007

Jardim Botânico da Faculdade de Ciências - Lisboa

"Construído entre 1858 e 1878, o Jardim Botânico é um ilustre desconhecido para a maior parte dos lisboetas, mas merece bem uma visita. Situado na rua principal do Príncipe Real, tem lindas alamedas de calçada portuguesa e uma colecção com mais de dez mil plantas, algumas delas classificadas como das mais antigas do planeta.
Desde há escassos meses, o jardim conta com mais um atractivo: o primeiro borboletário da Europa. O nome oficial da estufa é Lagartagis e tem como objectivo mostrar ao público o ciclo de vida das borboletas. Lagartas, crisálidas e, claro, as frágeis borboletas que só temos oportunidade de vislumbrar no campo, crescem entre o verde perfumado deste espaço, acessível aos olhares curiosos."

Jardim Botânico da Faculdade de Ciências
Rua da Escola Politécnica, 21
1250-099 Lisboa
Telf.: 213921893
Fax: 213921841
E-mail: jb@fc.ul.pt
Site: http://www.jb.ul.pt/
Infra-estruturas: Transportes: Autocarros – 58, 100. Metro – Rato.

In site: http://www.myguide.pt/home.aspx?accao=detalhe&destinoid=12&objturid=334&objturtipoid=14

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Quinta-feira, Janeiro 18, 2007

E que tal almoçar ou jantar sentado numa sanita?

Isabel Peixoto, Artur Machado
"Qual será a sensação de estar à mesa, em frente a um apetitoso prato, sentado numa sanita? Que dizer de limpar a boca a folhas de papel higiénico, colocado em suporte apropriado? A ideia pode parecer descabelada, mas a verdade é que tudo isto é possível no restaurante W'duck, que está a causar furor em Matosinhos. Quem passa à porta até tem dificuldade em identificar o que vai para além das montras decoradas com duas banheiras, mas após uns momentos de atenção tudo se revela ali, onde sanitas se alinham num chão de pastilha, serve-se comida com raízes na dieta mediterrânica.
Numa cidade de pescadores que tem largas centenas de restaurantes, não admira que W'duck dê nas vistas. Pela comida, bastante colorida e em boa parte confeccionada à base de produtos biológicos. Mas, sobretudo, pelo arrojo na decoração, que não parece causar desconforto a quem lá vai. Aliás, dizem os responsáveis, as maiores manifestações de surpresa até são as dos transeuntes especados no passeio.
O conceito que está subjacente ao projecto é "tratar do corpo por dentro e por fora", como refere Ivo Teixeira, artista plástico que é também um dos quatro sócios do restaurante. Por dentro, através da comida; por fora, porque no piso superior do edifício se encontra uma série de lojas com artigos variados, todos eles destinados a criar bem-estar.
Assim, após uma refeição rematada, por exemplo, com doce de abóbora da avó com requeijão, o cliente pode comprar produtos biológicos, artigos de ourivesaria, velas aromáticas, óleos de massagens, produtos de WC ou peças confeccionadas por artesãos portugueses. Tudo no piso superior, onde também está em funcionamento um salão de chá privativo que pode ainda ser usado para refeições em ambiente mais íntimo. Em breve, também o pequeno e acolhedor pátio estará aberto ao público.
Segundo Ivo Teixeira, a comida "tem algumas referências da cozinha portuguesa, mas o produto final não é isso". Por outro lado, o W'duck tem "uma vertente muito forte nas pastas e nas saladas, com um menu muito variado", acrescenta. Outra das características que contribuem para distinguir este espaço dos tradicionais é que sofre como que uma espécie de metamorfose, como explica aquele responsável "Sem se querer, à noite vai-se transformando em bar. Acaba por ser um espaço que tem muitas funções".

In blog: http://aguasfurtadasdesign.blogspot.com/

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Quarta-feira, Janeiro 17, 2007

Letras

"Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota."
Madre Teresa de Calcutá (26.08.1910 - 5.09.1997)

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Terça-feira, Janeiro 16, 2007

Se as árvores falassem - 5 ideias falsas sobre as "podas" radicais ou rolagens

"A propósito das "podas" radicais ou "rolagens" praticadas em locais públicos e privados por pessoas sem a devida formação, aconselha-se a leitura do texto de Dr. Francisco Coimbra "Se as árvores falassem"* de que aqui se republicam alguns excertos:.
«As árvores que dignificam as nossas praças e avenidas e embelezam os nossos jardins e parques são um elemento essencial de qualidade de vida, autênticos oásis no "deserto" que são tantos dos nossos espaços urbanos actuais. E, no entanto, é por demais evidente a ainda quase absoluta ausência de sensibilidade para o papel da Árvore em Meio Urbano. (...)
De facto, é inacreditável como certos preconceitos sobre a poda de árvores ornamentais estão arreigados nos responsáveis pela sua gestão e manutenção. É frequente ouvirmos dizer, como justificação, que as "podas" radicais, ou "rolagens", rejuvenescem e fortalecem as árvores, ou que são a única forma económica de controlar a sua altura e perigosidade... quando, na verdade, devia dizer-se de uma poda o mesmo que de um árbitro: - tanto melhor quanto menos se der por ela! (...)
1. A poda drástica rejuvenesce a árvore?- NÃO! (...) O facto de, após uma operação traumática, as árvores apresentarem uma rebentação intensa- como tentativa "desesperada" de repor a copa inicial - não significa rejuvenescimento, mas sim um "canto-de-cisne", à custa da delapidação das suas reservas energéticas.(...)
2. Fortalece-a? - NÃO, a poda radical é um acto traumatizante e debilitante, uma porta aberta às enfermidades. (...)
3. Torna-a menos perigosa? -NÃO, estas "podas" induzem a formação, nos bordos das zonas de corte, de rebentos de grande fragilidade mecânica, pois têm uma inserção anormal e superficial no tronco. (...)
4. É a única forma de a controlar em altura? - NÃO, a quebra da hierarquia -que estava estabelecida entre os ramos naturalmente formados - permite o desenvolvimento de novos ramos de forte crescimento vertical, mas agora de uma forma desorganizada e muito mais densa! (...)
5. É mais barata? - NÃO, se a gestão do património arbóreo for pensada a médio e longo prazo! (...)»

* «A propósito das "podas" da Avenida Dr. Manuel Lousada... SE AS ÁRVORES FALASSEM!!!", Artigo publicado no Jornal da Mealhada de 27.03.2002 , por Francisco Coimbra (ex- Vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Arboricultura(SPA), Consultor em Arboricultura Ornamental -ver: "árvores & pessoas - gestão da árvore no espaço urbano, Lda.")."
Publicado no Dias com árvores em 19.12.04

In blog: http://dias-com-arvores.blogspot.com/

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Segunda-feira, Janeiro 15, 2007

Segurar a mão do marido traz alívio imediato a mulheres

"Efeito pode ser comprovado no cérebro de esposas felizes.
Próximo passo é analisar impacto das mulheres em seus maridos.
Um estudo de um neurocientista da Universidade de Virgínia mostrou que mulheres casadas que estejam estressadas sentem um alívio imediato -- comprovável em imagens do cérebro -- ao segurar a mão do marido, desde que tenham um bom relacionamento com ele.
James Coan, que comandou a pesquisa, utilizou 16 casais considerados felizes e se disse surpreso com o impacto de um gesto tão simples nos níveis de estresse das mulheres.
"Sabemos há uma década que estar num bom relacionamento faz lesões se curarem mais rápido, faz com que as pessoas fiquem menos doentes e até vivam mais", disse Coan à Reuters. "Mas a questão principal desse estudo é que ninguém tinha conseguido quantificar os benefícios mentais de um relacionamento próximo em termos de melhora na saúde", disse ele.
O estudo "Dando uma Mão: Regulação Social da Resposta Neural à Ameaça" foi publicado na edição de Dezembro de 2006 da revista "Psychological Science". As 16 mulheres casadas foram submetidas à ameaça de um choque elétrico enquanto seguravam a mão do marido, a mão de um homem desconhecido ou quando não seguravam a mão de ninguém.
Coan e sua equipe usaram a ressonância magnética funcional para mostrar como os cérebros das mulheres respondeu à mão amiga na situação de perigo. O estudo não avaliou a reação dos homens sob ameaça, mas os pesquisadores pretendem fazer isso no futuro.
O experimento só usou casais felizes, que tiveram seu relacionamento avaliado previamente. Os com os relacionamentos mais sólidos registraram os maiores benefícios.
Coan disse que no ano que vem pretende ampliar o estudo, incluindo casais menos felizes, além de casais de gays e lésbicas.
"Nossa expectativa é que as pessoas que não estejam em relacionamentos tão fortes não registrem os mesmos benefícios, mas não sabemos até que ponto", disse Coan. "O que isso mostra é que fomos projetados para confiar em outras pessoas."


In site: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,AA1393755-5603-74,00.html
Via Blog: http://blogdasabedoria.blogspot.com/

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Domingo, Janeiro 14, 2007

Hoje observei os bolos que venho fazendo e reparei que as nozes são uma constante na minha "doçaria". Realmente ter duas Nogueiras que vão dando alguns quilos de nozes por ano fazem toda a diferença! Acredito que se tivesse de comprar, ao preço que estão os frutos secos, não seria um ingrediente tão recorrente na minha cozinha.
Para já tenho dois Castanheiros a crescer, um deles é para a Inês, mas ainda estão muito pequeninos... E queria comprar uma Amêndoeira para começar a ter amêndoas também, claro que vou ter de esperar mais alguns anos.
Depois de termos cortado tantas Amêndoeiras por todo o país resolvemos inverter a situação - ler artigo - (história semelhante com as Alfarrobeiras, já escrevi um post sobre o assunto), triste sina a nossa... Quando temos, destruímos e depois queremos novamente...
Tenho a sensação que a seguir serão as Figueiras, a árvore dos pobres. Ninguém percebe que essa árvore dá pepitas de ouro e que bem aproveitadas são um complemento extraordinário na cozinha, para o Inverno, para as crianças, para pessoas com problemas de saúde.
Na minha aldeia, as Figueiras começam a escassear e as que resistem servem para que as raízes segurem as margens do rio, muros ou encostas mais íngremes. Os figos são para os pássaros e demais bichinhos comerem... mas eu, o ano passado, competi com eles na recolha dos figos das minhas Figueiras: para comer, oferecer, fazer doce, fazer bolos. Posso ser a única, mas acredito que posso fazer a diferença e não desisto das minhas árvores!
E esqueci de dizer, que tenho um Pinus Pinea (mais conhecido por Pinheiro Manso) e que um dia irá dar pinhas repletas de pinhões!

Bolo de Nozes

Ingredientes
4 ovos (à temperatura ambiente)
2 chávenas rasas de açúcar amarelo
4 chávenas bem cheias de farinha para bolos, já com fermento
2 chávenas de leite (à temperatura ambiente)
1 chávena de miolo de noz
1 chávena de passas (para as passas ficarem mais fofas e doces, coloque-as num recipiente de molho em licor ou Vinho do Porto, algumas horas antes de juntar à massa).
Preparação
Bater os ovos com o açúcar até ficar um creme esbranquiçado (10 minutos).
Juntar a farinha e o leite e bater bem.
Deixar esta massa a repousar durante uma hora.
Passar os frutos secos por farinha sacudindo o excedente, e juntá-los à massa envolvendo cuidadosamente com uma colher de pau.
Deitar numa forma de chaminé untada com manteiga, polvilhada com farinha e forrada com papel vegetal e levar ao forno (190ºC) até cozer.

O original desta receita foi retirada da revista Blue Living - Dezembro 2006, mas sofreu algumas alterações, nomeadamente na quantidade dos ingredientes e consequentemente no tipo de forma utilizada.

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Sábado, Janeiro 13, 2007

Ami Vitale (Photographer)
www.amivitale.com

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Letras

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

Alexandre O’Neil (19.12.1924 - 21.08.1986)

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Sexta-feira, Janeiro 12, 2007

Concurso Gastronómico 2006
Lisboa à Prova
13 de Janeiro, a partir das 17h30
Cordoaria Nacional
Entrada:
5€ c/degustação pelos restaurantes finalistas (parte das receitas revertem a favor da Entreajuda - www.entrajuda.pt)

"A marcar o culminar do Concurso Lisboa à Prova, lançado pela Câmara Municipal de Lisboa em Junho de 2006 a todos os estabelecimentos de restauração e bebidas da cidade, a Cordoaria Nacional recebe no próximo sábado, dia 13, a festa final com a apresentação dos 30 finalistas. Durante seis meses, centenas de estabelecimentos inscritos foram avaliados por um júri e ainda sujeitos a votação de público, resultando numa selecção de 30 finalistas que, por certo, valerá a pena conhecer."

Cordoaria Nacional
Rua da Junqueira, 187-189
Belém
Tel. 21 466 65 00
Mais informações em: http://www.lisboaaprova.3dlisboa.com

In site: http://www.myguide.pt/home.aspx?accao=detalhe&destinoid=12&objturid=2624&objturtipoid=5

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Quinta-feira, Janeiro 11, 2007

Leilão Mão a Mão
http://mao-a-mao-leilao.blogspot.com/

"O leilão do mês de Janeiro já está a funcionar!
Até ao próximo dia 31 de Janeiro poderão licitar qualquer um dos artigos expostos, colocando um comentário no artigo desejado e deixando sempre um contacto.
A instituição que beneficiará deste leilão é Associação de Apoio à Criança, de Guimarães."
A sua ajuda é importante!

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Provérbios de Janeiro

Janeiro geadeiro.
Não há luar como o de Janeiro, nem amor como o primeiro.
O luar de Janeiro não tem parceiro; mas lá vem o de Agosto que lhe dá pelo rosto.
A 20 de Janeiro sobe ao outeiro, se vir verdejar põe-te a chorar; se vir negrejar põe-te a cantar.
A 20 de Janeiro tem uma hora por inteiro, quem lá chegar hora e meia há-de achar.
Trovão em Janeiro, nem bom prado nem bom palheiro.
A água de Janeiro, vale dinheiro.
Ao luar de Janeiro, se conta dinheiro.
Os bons dias em Janeiro, vem-se a pagar em Fevereiro.
Ao minguante de Janeiro, corta o madeiro.
Janeiro frio e molhado, enche a tulha e farta o gado.

In blog: http://www.eb1-fornos-maceira-dao.rcts.pt/textos.htm

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Quarta-feira, Janeiro 10, 2007

Recebi uma advertência por ter esquecido a escolha das Sete Maravilhas de Portugal...
Já está corrigida a falta!

As Sete Maravilhas de Portugal
Faça a sua escolha em: http://www.7maravilhas.pt/index.html

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As Novas Sete Maravilhas do Mundo
Faça a sua escolha em:
www.new7wonders.com

"As sete novas maravilhas do mundo vão ser eleitas em 2007 e você pode ajudar a escolhê-las. O resultado será dado a conhecer em Julho, numa mega cerimónia a realizar no Estádio da Luz.
Aquelas que, desde o século II a. C., são consideradas as sete maravilhas do mundo, serão agora substituídas por outras sete – ou talvez seis, pois há a possibilidade de as pirâmides de Gizé, no Egipto, repetirem a presença na lista. Esta é a única das originais maravilhas que sobreviveu até aos nossos dias, pois as outras passaram à história: a estátua de Zeus em Olímpia; o Colosso de Rodes, gigantesca estátua que dominava aquela cidade; o templo de Éfeso; o farol de Alexandria; o grande mausoléu de Halicarnasso; e os jardins suspensos da Babilónia.
Por achar que estava na hora de dar um cunho mais actual à designação, o suíço Bernard Weber, homem que se tem dedicado à preservação de monumentos mundiais, decidiu em 2001 fundar a New7Wonders Foundation e assim deu início a um movimento que culminará com a Declaração Universal das Novas Sete Maravilhas do Mundo, a 7 de Julho do próximo ano, no Estádio da Luz. Importante decisão, na qual qualquer pessoa pode ter uma palavra a dizer, pois através da Internet: www.new7wonders.com ou pelo telefone pode votar nas suas maravilhas preferidas, de entre 21 finalistas."

João Ferreira Oliveira - Rotas & Destinos
In site: http://www.rotas.xl.pt/1106/100.shtml

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Terça-feira, Janeiro 09, 2007

Casa de Chá - As Vicentinas

"Casa de chá com mais de 30 anos e uma personalidade muito própria.
Serviço lento e delicado, muito apropriado a apreciar com vagar os deliciosos scones e bolos da casa.
Pode dizer-se que um lanche nas Vicentinas é experiência única (ou quase) na cidade.
Uma casa de chá, ao cimo da Rua de São Bento, de ambiente escuro e quase tenebroso, onde deliciosos scones, empadas, tartes e bolos são servidos por simpáticas avozinhas que também aproveitam o espaço para arranjar fundos para uma instituição de caridade.
Para apreciar com tempo."

As Vicentinas
Rua de S. Bento, 700
1200 Lisboa
Telf: 213 887 040
Horário: Aberto das 10h às 19h30. Encerra aos domingos e feriados.

In site: http://www.myguide.pt/

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Segunda-feira, Janeiro 08, 2007

2007 - O Ano do Golfinho
A Organização das Nações Unidas declarou 2007 como “O Ano do Golfinho”


"Em parceria com a agência de viagens TUI, será desencadeada uma enorme campanha de sensibilização sobre as várias ameaças à sobrevivência deste mamífero.
Entre as múltiplas actividades a promover encontra-se a publicação de brochuras, catálogos de viagens e revistas de aviões contendo informação sobre golfinhos. Para este efeito, já foi lançado um site sobre esta iniciativa, e as Nações Unidas vão desenvolver material informativo e manuais multilingues para serem distribuídos por turistas e escolas."

Para saber mais: http://www.yod2007.org/en/Start_page/index.html

In Newsletter E-Pólen - Ambiente e Espaços Verdes C. M. Lisboa (Dez 2006)

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Domingo, Janeiro 07, 2007

Finalmente encerramos o maior período festivo do ano com o dia de Reis - 6 de Janeiro - e com uns kilitos a mais também!
Para ficar completo e já que há muitos anos tenho o desejo secreto de fazer um Bolo-Rei, aventurei-me num Bolo Rainha... E fiquei feliz pelo resultado final.
Para o próximo Natal faço o Bolo-Rei, sem medos ou indecisões, fica feita a promessa!
Entre parêntesis algumas notas para melhores resultados.

Bolo Rainha

Ingredientes
750g de farinha
30g de fermento de padeiro
1dl de água morna
150g de margarina amolecida
150g de açúcar amarelo
Raspa de uma laranja
4 ovos (à temperatura ambiente)
1 colher de sobremesa rasa de sal
300g de frutos secos
1 gema + 1 clara
Preparação
Dissolva o fermento na água morna e acrescente 150g de farinha. Deixe levedar até a massa dobrar o volume.
Bata o açúcar com a margarina e a raspa de laranja (durante 10 minutos).
Adicione os ovos um a um e a massa de fermento (sempre a bater). Quando estiver bem ligada, junte o resto da farinha e o sal (tente bater com a batedeira devagar até esta conseguir, assim que a massa começar a ficar muito "pesada" terá de a amassar).
Trabalhe (amassar muito bem, passando as mãos por farinha para despegar toda a massa das mãos) até obter uma massa elástica.
Adicione os frutos secos (e amasse para misturar bem).
Deixe a massa a levedar até dobrar o volume.
Molde a massa em forma de coroa e coloque-a num tabuleiro de ir ao forno (untado com manteiga e polvilhado com farinha). Deixe levedar por mais uma hora.
Pincele com a gema de ovo e enfeite com frutos secos.
Leve a cozer em forno pré aquecido (entre 190 e 200ºC, durante, mais ou menos, 40 minutos, mas faça o teste do palito para ver se está cozido antes de retirar).

Sugestão: Após a cozedura pincele o bolo com a clara de ovo e polvilhe com açúcar em pó (ou poderá pincelar o bolo com calda de açúcar - açúcar dissolvido num pouco de água).

In Revista Lusitana, n.º 19 - Dez 2006

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Sábado, Janeiro 06, 2007

Letras

"Amar: Fechei os olhos para não te ver e a minha boca para não dizer... E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei, e da minha boca fechada nasceram sussurros e palavras mudas que te dediquei... O amor é quando a gente mora um no outro."

Mário Quintana (30/07/1906 - 05/05/1994)

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Sexta-feira, Janeiro 05, 2007

Acenda uma vela - Light a candle

"We do not need your money, we need you to light a candle of support"
http://www.lightamillioncandles.com/Enter

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Choral Phydellius
Mosteiro do Jerónimos - Belém
7 Janeiro 2007, 11h
Entrada Livre


"Com o objectivo de celebrar os Reis, cantar-se-ão as Janeiras em vários locais do Mosteiro dos Jerónimos."

Mosteiro dos Jerónimos
Praça do Império
Telefone: 213 620 034

In site: http://www.lisboacultural.pt/cgi-bin/lxcultural

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Quinta-feira, Janeiro 04, 2007

"Os Bonecos de Santo Aleixo"
Teatro das Beiras (Covilhã)
10 de Janeiro 2007, 21h30

“Os Bonecos de Santo Aleixo” para ver na próxima semana.
O Auditório do Teatro das Beiras acolhe, na próxima semana, o espectáculo de marionetas intitulado “Os Bonecos de Santo Aleixo”. Produzida pelo CENDREV – Centro Dramático de Évora, a peça é apresentada quarta-feira, dia 10, às 21h30. O espectáculo consiste na manipulação de marionetas de vinte a quarenta centímetros, a partir de um varão superior.
Os fantoches que se apresentam foram pertença da família Talhinhas, durante cerca de três décadas. A partir de 1967, foram “dados a conhecer ao mundo culto”, por Michel Giacometti e Henrique Delgado.
Os bonecos de Santo Aleixo, típicos do Alentejo, terão tido origem na aldeia que lhes deu o nome. Em meados do século XIX, os seus textos terão sido “inventados” ou reelaborados” pelo velho Nepomuceno, um guarda de herdades, natural de Santo Aleixo. Vendo-se envolvido numa rixa de que resultou a morte de um homem, refugiou-se em S. Romão, Vila Viçosa, perto da fronteira com Espanha. Ali, terá começado a dedicar-se ao oficio de “bonecreiro”.
“Os seus fantoches não foram os únicos «Bonecos de Santo Aleixo» que percorreram a nossa província”, segundo o Teatro das Beiras. A companhia covilhanense explica que, “já em 1798, o Padre Vicente Pedro da Rosa mandara apreender e queimar, defronte da sua casa, uns títeres “a que chamavam de Santo Aleixo e em que figurava desonesta e vilmente um Padre Chanca”, no dizer do Padre Joaquim da Rosa Espanca, in “Memórias de Vila Viçosa”.
As marionetas serão manipuladas pelos actores Ana Meira, Isabel Bilou, Gil Salgueiro Nave, José Russo e Victor Zambujo."

Mais informações:
Teatro das Beiras
Travessa da Trapa, 2
Apartado 261
6201-909 Covilhã
Telefone: 275336163 (3 linhas)
Fax: 275 334 585
Tlm: 963 055 909
E-mail: geral@teatrodasbeiras.pt
Site: http://www.teatrodasbeiras.pt

In site: http://www.diarioxxi.com/

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Quarta-feira, Janeiro 03, 2007

Museu Botânico de Beja
Campus do Instituto Politécnico de Beja

"O Museu Botânico da Escola Superior Agrária de Beja é um centro de cultura científica, vocacionado para a apresentação de exposições temporárias que ilustram a relação milenar estabelecida entre o Homem e as Plantas, alcançando o reconhecimento máximo do seu trabalho com a distinção do prestigiado Grande Prémio Nacional 2003, dos Prémios Ford Motor Company, na categoria Conservação e Ambiente e na categoria Meio Ambiente Natural. O Museu tem como objectivos conservar, estudar e divulgar objectos e conhecimentos provenientes de recolhas e estudos, de botânica económica e de etnobotânica, desenvolvidos em Portugal e no estrangeiro."
Entrada gratuita.
De segunda a sexta-feira, das 9h30 às 12h00 e das 14h30 às 17h00

Museu Botânico de Beja
Escola Superior Agrária de Beja
Apartado 158
7801 Beja Codex
Telefone: 284.314.300
Fax: 284.388.207
Email: museu@esab.ipbeja.pt
Site: http://www.esab.ipbeja.pt/museu/index.htm

In revista "Jardins" - 48, Setembro 2006

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Terça-feira, Janeiro 02, 2007

Porque continuam as nossas fábricais tradicionais sem perspectivas de futuro?

Fábrica Paupério - Valongo
Paupério & C Lda
R. Sousa Paupério 61
Valongo
4440-697 Valongo
Telf: 224 227 500
Fax: 224 227 509

"A Fábrica Paupério, situada em Valongo e fundada no séc XIX, dedica-se fundamentalmente ao fabrico de bolachas.
Não obstante ter ganho, durante a 1ª parte do séc. XX diversos prémios internacionais dada a qualidade das suas bolachas, certo é que hoje se encontra decadente e com um ar pouco próspero.
Apesar disso continua a vender umas bolachas óptimas, ao peso, em sacos de plástico transparente, sendo que para isso somos atendidos por uma senhora, não especialmente simpática, mas que lá deve trabalhar há décadas.
O mostruário da loja é muito curioso por nele exibir, como que mumificadas, as diversas formas e sabores de bolachas que, ao longo dos tempos, lhes granjearam fama e em tempos fortuna."

In blog: http://elsacastelo.net/?p=81#more-81

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Segunda-feira, Janeiro 01, 2007

Já em 2007, e com a sensação de que o mundo (e consequentemente os seres humanos) está pior do que no último dia de 2006, tento adoçar um pouco a minha vida e de quem me rodeia, com um bolo que fiz para os festejos do Ano Novo.
Continuo a dar primazia aos ingredientes tradicionais e mais naturais, evitando sempre as "bombas calóricas" como as natas, leite condensado, chantilly, chocolate e nunca fazendo coberturas ou cremes para rechear ou decorar os doces.
Também temos de cuidar de nós e evitando os excessos, bebendo muita água e fazendo exercício podemos encontrar um equilíbrio saudável!
Entre parêntesis algumas notas para melhores resultados.

Bolo de Café e Mel

Ingredientes
6 ovos (à temperatura ambiente)
450 grs de açúcar (utilizei 400 grs de açúcar amarelo)
2 colheres de sopa de mel
1 copo de café (utilizei café de cereais, sem cafeína)
1 copo de óleo (de milho ou girassol, por serem mais suaves)
1 colher de sopa de canela
raspa de limão (1 limão)
500 grs de farinha (para bolos, já com fermento)
Preparação
Misturar as gemas com o açúcar (bater 10 minutos) e de seguida os ingredientes todos (juntando um de cada vez e batendo sempre) e só no fim as claras em castelo (sem bater, devem ser cuidadosamente envolvidas com uma colher de pau).
Deitar este preparado numa forma (de chaminé) untada com manteiga e farinha (e forrada com papel vegetal).
Vai ao forno mais ou menos 50 minutos a 200 graus (o forno deverá ser pré-aquecido, ligar 15-20 minutos antes de colocar a forma com a massa).

Receita da Sweet Fonte: petiscos.com

In blog: http://asreceitasdaana.blogspot.com/

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