Abate das Árvores do Campo Pequeno - III
Mais uma vez, foram poucas as vozes que se levantaram contra a vergonha que decorre no Campo Pequeno. Deveriam ser muitas, pelo menos as de todos os lisboetas! E nem os apelos feitos foram suficientes para terminar o abate das quase centenárias árvores em redor da Praça do Campo Pequeno.
Não haja ilusões, das iniciais 54 para abate, o número não mais parou de crescer!
Há muito que Lisboa começou a perder o seu Património Verde (e todo o património em geral!) e parece que poucos são os que realmente sente e tentam fazer algo. Ninguém compreende que nenhuma cidade resiste só com o cimento. Ainda não existem florestas de cimento saudáveis para os homens!
Esta Cidade tornou-se o espelho dos que a governam/desgovernam. Não existem mais razões para continuar a acreditar numa entidade - C.Municipal de Lisboa - que unicamente destrói o que de mais valioso existe para a sobrevivência de quem aqui vive.
Muitas dessas árvores têm (tinham) setenta e tal anos (algumas talvez mais) e mereceram este estranho veredicto por razões fitossanitárias (alegando doenças e perigo de queda) apesar de não existirem estudos nem relatórios de especialistas (mas daqueles a sério!), mesmo que vários grupos e habitantes de Lisboa os tenham solicitado.
Sejamos realistas, as árvores só dão dinheiro depois de abatidas! E perguntamos de onde vêm as árvores novas? E o dinheiro para pagar a «reabilitação»?
Podeis dizer que isso são patetices de alguns verdes fundamentalistas ou então de quem não tem nada que fazer... mas não são (e são demasiadas as vozes que se tem insurgido contra nós!). São pessoas responsáveis, sensíveis, que aprenderam a respeitar os outros e a Terra que os sustenta. São pessoas que desejam mostrar aos filhos/netos/sobrinhos que existe um futuro possível sem ser dentro de um Centro Comercial ou Estádio de Futebol.
Lisboa ficou mais triste, mais pobre e a maioria dos lisboetas ficaram impávidos perante este atentado sendo, por isso mesmo, também responsáveis por ele (não existem desculpas pela falta de tempo, do lixo que as árvores faziam com as suas folhas, da falta de estacionamento, da falta de sol, da falta de vista, da falta do raio que os parta!).
São os habitantes que fazem o local, é o povo que faz um país. E este é o país que temos porque assim o fizemos/quisemos! E quem levantar a voz contra, cairá em desgraça.
Estamos todos a dormir, enquanto as ratazanas se banqueiam com o melhor e aconchegam os seus. E mentem descaradamente.
Só falo de Lisboa, porque este episódio marcou-me profundamente por conhecer bem a zona e essas árvores, mas são tantos os casos pelo país inteiro...
Revolta pela mentira, revolta pela passividade, revolta pela ignorância, revolta pela desonestidade, revolta pela hipocrisia, revolta, revolta!
Mas não pensem que acabou, segue para breve a destruição do Jardim Botânico de Lisboa e diminuição (senão a total eliminação) do espaço de Monsanto por pressão imobiliária.... Dinheiro, dinheiro, dinheiro... E muitos Antónios Prôas também!
E quantos de nós se preocupa realmente? Quem?
Desabafo de uma lisboeta emprestada mas de coração,
Maria Sousa
1 - Mais um pequeno texto para meditar em:
http://carmoeatrindade.blogspot.com/2007/05/enquanto-o-pano-cai-mente-se-descarada.html
2 - Alguns dos corajosos que não se calam nem desistem:
http://cidadanialx.blogspot.com/ ;
http://cheirar.blogspot.com/
e muitos mais reunidos no blogue: http://cheirar.blogspot.com/2007/05/vozes.html
"Estou aqui construindo o novo dia com uma expressão tão branda e descuidada que dir-se-ia não estar fazendo nada. E, contudo, estou aqui construindo o novo dia!" António Gedeão
segunda-feira, 7 de maio de 2007
domingo, 6 de maio de 2007
Esta semana só consigo pensar nas árvores que estão caídas no Campo Pequeno... não existe muita alegria em ver - passei por lá no sábado - e saber que as que restam vão tombar a partir de amanhã...
É uma sensação de enorme impotência e revolta, muita revolta.
Bolo de Cenoura e Nozes
Ingredientes
250 g de cenouras
4 ovos (à temperatura ambiente)
230 g de açúcar (utilizei amarelo)
1 dl de óleo (de girassol ou milho por ser mais suave)
2 colheres de sopa de canela
350 g de farinha de trigo com fermento
Nozes moídas (aprox. 100 g)
Preparação
"1. Cozer as cenouras descascadas e reduzir a puré.
2. Bater as gemas com o açúcar, até obter um creme esbranquiçado (10 minutos).
3. Juntar o óleo em fio, o puré de cenoura e a canela, batendo.
4. Adicionar a farinha (peneirada pelo passador para não ganhar grumos) misturando com uma colher de pau e sem bater. Juntar as nozes (polvilhadas com farinha para incorporarem bem na massa e não ficarem no fundo devido ao peso).
5. Bater as claras em castelo.
6. Adicionar as claras em castelo (envolvendo cuidadosamente com uma colher de pau).
7. Colocar a massa em forma untada com margarina, polvilhada com farinha e forrada com papel vegetal.
8. Cozer em forno pré-aquecido a 180º-190ºC, mais ou menos 50 minutos, mas faça o teste do palito para ver se está cozido.
9. Desenformar depois de frio e se quiser pode decorar a superfície do bolo polvilhando com açúcar em pó."
Este bolo é delicioso e fica muito fofinho.
Mais uma receita retirada do excelente blogue da Laranja com Canela (com ligeiras rectificações) e de quem sou fã incondicional!
Obrigado!
In blog: http://cincoquartosdelaranja.blogspot.com/
É uma sensação de enorme impotência e revolta, muita revolta.
Bolo de Cenoura e Nozes
Ingredientes
250 g de cenouras
4 ovos (à temperatura ambiente)
230 g de açúcar (utilizei amarelo)
1 dl de óleo (de girassol ou milho por ser mais suave)
2 colheres de sopa de canela
350 g de farinha de trigo com fermento
Nozes moídas (aprox. 100 g)
Preparação
"1. Cozer as cenouras descascadas e reduzir a puré.
2. Bater as gemas com o açúcar, até obter um creme esbranquiçado (10 minutos).
3. Juntar o óleo em fio, o puré de cenoura e a canela, batendo.
4. Adicionar a farinha (peneirada pelo passador para não ganhar grumos) misturando com uma colher de pau e sem bater. Juntar as nozes (polvilhadas com farinha para incorporarem bem na massa e não ficarem no fundo devido ao peso).
5. Bater as claras em castelo.
6. Adicionar as claras em castelo (envolvendo cuidadosamente com uma colher de pau).
7. Colocar a massa em forma untada com margarina, polvilhada com farinha e forrada com papel vegetal.
8. Cozer em forno pré-aquecido a 180º-190ºC, mais ou menos 50 minutos, mas faça o teste do palito para ver se está cozido.
9. Desenformar depois de frio e se quiser pode decorar a superfície do bolo polvilhando com açúcar em pó."
Este bolo é delicioso e fica muito fofinho.
Mais uma receita retirada do excelente blogue da Laranja com Canela (com ligeiras rectificações) e de quem sou fã incondicional!
Obrigado!
In blog: http://cincoquartosdelaranja.blogspot.com/
As surpresas da semana
1 - Não é fácil ficar/resistir e continuar a acreditar neste país... Estas palavras não saem da nossa cabeça: http://portugaldospequeninos.blogspot.com/2007/05/pirem-se-enquanto-podem.html
2 - Uma exposição de João Vaz de Carvalho a não perder na Galeria Trema, ver mais informações em: http://sitiodapoesia.blogspot.com/2007/04/exposio-de-joo-vaz-de-carvalho.html
3 - Os bonitos ganchos da Ana para ver em: http://ana-coisasdaana.blogspot.com/
4 - Um magnífico poema no blogue da Aldina em: http://www.aldinaduarte.com/blog/?p=1156#respond
5 - Outra exposição a não perder: A Arte de Maria Keil - Auditório Municipal Augusto Cabrita (5 de Maio a 31 de Julho de 2007), mais informações em: http://ilustrar-em-portugal.blogspot.com/2007/04/retrospectiva-de-maria-keil-no-barreiro.html
6 - A Madame Trapo descobriu no seu jardim as deslumbrantes Bugs Friends: http://madametrapo.blogspot.com/2007/04/bug-friends.html
7 - A lojinha do Refúgio das Patinhas tem coisas bonitas para comprar. O valor da venda das peças reverte integralmente para o Refúgio ajudar os animais abandonados que vai recolhendo e cuidando até que consigam ser adoptados, por isso nunca é demais ajudar este precioso trabalho em: http://lojadorefugio.greatestjournal.com/
8 - Lindos, lindos e para pendurar! A Helena continua a supreender. Para ver em: http://www.flickr.com/photos/zai-zai/473366840/
9 - A Sandra cria peças especialmente belas, para ver em: http://pedranitas.blogspot.com/
10 - Pelo blogue da Saloia ficamos a saber que existe um site sobre as bonitas e singelas bonecas/bonecos de antigamente no site da Escola Superior de Educação de Setúbal
11 - Uma ideia original e muito simples: elásticos para sabermos qual o nosso copo nas festas! Para ver e utilizar a ideia em: http://coisasdanet-enaoso.blogspot.com/2007/05/elsticos.html
1 - Não é fácil ficar/resistir e continuar a acreditar neste país... Estas palavras não saem da nossa cabeça: http://portugaldospequeninos.blogspot.com/2007/05/pirem-se-enquanto-podem.html
2 - Uma exposição de João Vaz de Carvalho a não perder na Galeria Trema, ver mais informações em: http://sitiodapoesia.blogspot.com/2007/04/exposio-de-joo-vaz-de-carvalho.html
3 - Os bonitos ganchos da Ana para ver em: http://ana-coisasdaana.blogspot.com/
4 - Um magnífico poema no blogue da Aldina em: http://www.aldinaduarte.com/blog/?p=1156#respond
5 - Outra exposição a não perder: A Arte de Maria Keil - Auditório Municipal Augusto Cabrita (5 de Maio a 31 de Julho de 2007), mais informações em: http://ilustrar-em-portugal.blogspot.com/2007/04/retrospectiva-de-maria-keil-no-barreiro.html
6 - A Madame Trapo descobriu no seu jardim as deslumbrantes Bugs Friends: http://madametrapo.blogspot.com/2007/04/bug-friends.html
7 - A lojinha do Refúgio das Patinhas tem coisas bonitas para comprar. O valor da venda das peças reverte integralmente para o Refúgio ajudar os animais abandonados que vai recolhendo e cuidando até que consigam ser adoptados, por isso nunca é demais ajudar este precioso trabalho em: http://lojadorefugio.greatestjournal.com/
8 - Lindos, lindos e para pendurar! A Helena continua a supreender. Para ver em: http://www.flickr.com/photos/zai-zai/473366840/
9 - A Sandra cria peças especialmente belas, para ver em: http://pedranitas.blogspot.com/
10 - Pelo blogue da Saloia ficamos a saber que existe um site sobre as bonitas e singelas bonecas/bonecos de antigamente no site da Escola Superior de Educação de Setúbal
11 - Uma ideia original e muito simples: elásticos para sabermos qual o nosso copo nas festas! Para ver e utilizar a ideia em: http://coisasdanet-enaoso.blogspot.com/2007/05/elsticos.html
sexta-feira, 4 de maio de 2007
II Grande Desfile Máscara Ibérica
5 Maio 2007, às 17h00 - Lisboa
O cortejo terá início na Praça do Comércio e termina no Rossio
"O II Grande Desfile da Máscara Ibérica vai percorrer algumas das principais ruas da zona histórica de Lisboa no próximo dia 5 de Maio. Máscaras, trajes, rituais, gaiteiros e bombos "raramente vistos fora dos locais de origem" é o que a organização promete para o cortejo que terá início na Praça do Comércio e terminará no Rossio, atravessando a Rua Augusta.
Na iniciativa vão estar presentes, asseguram os responsáveis, mais de 400 elementos mascarados, representantes de cerca de 20 grupos que "simbolizam as tradições na Península Ibérica: Galiza, Castella e León e Norte de Portugal, como o Nordeste Transmontano e o Douro Sul", acompanhados por músicos tradicionais.
Dentro da mesma temática, vão poder ser visitadas, a partir de dia 6 de Maio, duas exposições instaladas no espaço dos Armazéns do Chiado e na estação do Rossio.
O desfile, que se realiza pela primeira vez na capital, é organizado pela Progestur, a Agência Baixa Chiado e a Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC)."
In site: http://lazer.publico.clix.pt/artigo.asp?id=173266
5 Maio 2007, às 17h00 - Lisboa
O cortejo terá início na Praça do Comércio e termina no Rossio
"O II Grande Desfile da Máscara Ibérica vai percorrer algumas das principais ruas da zona histórica de Lisboa no próximo dia 5 de Maio. Máscaras, trajes, rituais, gaiteiros e bombos "raramente vistos fora dos locais de origem" é o que a organização promete para o cortejo que terá início na Praça do Comércio e terminará no Rossio, atravessando a Rua Augusta.
Na iniciativa vão estar presentes, asseguram os responsáveis, mais de 400 elementos mascarados, representantes de cerca de 20 grupos que "simbolizam as tradições na Península Ibérica: Galiza, Castella e León e Norte de Portugal, como o Nordeste Transmontano e o Douro Sul", acompanhados por músicos tradicionais.
Dentro da mesma temática, vão poder ser visitadas, a partir de dia 6 de Maio, duas exposições instaladas no espaço dos Armazéns do Chiado e na estação do Rossio.
O desfile, que se realiza pela primeira vez na capital, é organizado pela Progestur, a Agência Baixa Chiado e a Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC)."
In site: http://lazer.publico.clix.pt/artigo.asp?id=173266
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Jardim do Campo Pequeno
Câmara Municipal de Lisboa já começou o massacre - II
Há dias assim, em que nos chega uma dor profunda pelo que perdemos e que é tão nosso como de todos os outros...
Podres e doentes estão os homens (e não as árvores!) por continuarem a massacrar sem dó nem piedade o que não produz lucro para as suas contas bancárias!
Estas árvores faziam parte da minha existência e de muitos lisboetas também, e alguns decidiram colocar um fim da forma mais cobarde e cruel, denegrindo a esperança que mantemos em quem nos governa/desgoverna.
As minhas lágrimas são de revolta por este enxame de monstros que destrói sem avaliar os prejuízos futuros, sem compreender que dependemos imensamente da natureza para o nosso bem-estar (tão reduzido nas cidades), sem perguntar a opinião dos outros, sem querer saber a verdade.
As minhas lágrimas são de tristeza e derrota por pensar que esta cidade e este país estão em ruínas e que não existe nenhuma luz ao fundo túnel...
As minhas lágrimas são por mim também porque deixei de ACREDITAR.
Câmara Municipal de Lisboa já começou o massacre - II
Há dias assim, em que nos chega uma dor profunda pelo que perdemos e que é tão nosso como de todos os outros...
Podres e doentes estão os homens (e não as árvores!) por continuarem a massacrar sem dó nem piedade o que não produz lucro para as suas contas bancárias!
Estas árvores faziam parte da minha existência e de muitos lisboetas também, e alguns decidiram colocar um fim da forma mais cobarde e cruel, denegrindo a esperança que mantemos em quem nos governa/desgoverna.
As minhas lágrimas são de revolta por este enxame de monstros que destrói sem avaliar os prejuízos futuros, sem compreender que dependemos imensamente da natureza para o nosso bem-estar (tão reduzido nas cidades), sem perguntar a opinião dos outros, sem querer saber a verdade.
As minhas lágrimas são de tristeza e derrota por pensar que esta cidade e este país estão em ruínas e que não existe nenhuma luz ao fundo túnel...
As minhas lágrimas são por mim também porque deixei de ACREDITAR.
Distúrbios Alimentares (anorexia, bulímia e outras)
Onde procurar ajuda?
- Hospital de Santa Maria
Lisboa; telefone: 21 780 50 00
- Hospital de São João
Porto; telefone: 22 551 21 00
- Hospital de São Marcos de Braga
Braga; telefone: 253 209 000
- AFAAB (Associação de Familiares e Amigos dos Anorécticos e Bulímicos)
Telefone (sede): 22 200 00 42
Email: afaab@ip.pt
Blog: http://afaab.org
- Núcleo de Doenças do Comportamento Alimentar
Telefone: 21 797 21 10
Email: ndca@comportamentoalimentar.pt
Site: www.comportamentoalimentar.pt
In Revista Vogue, Maio 2007
Onde procurar ajuda?
- Hospital de Santa Maria
Lisboa; telefone: 21 780 50 00
- Hospital de São João
Porto; telefone: 22 551 21 00
- Hospital de São Marcos de Braga
Braga; telefone: 253 209 000
- AFAAB (Associação de Familiares e Amigos dos Anorécticos e Bulímicos)
Telefone (sede): 22 200 00 42
Email: afaab@ip.pt
Blog: http://afaab.org
- Núcleo de Doenças do Comportamento Alimentar
Telefone: 21 797 21 10
Email: ndca@comportamentoalimentar.pt
Site: www.comportamentoalimentar.pt
In Revista Vogue, Maio 2007
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Poupanças Domésticas - Energia eléctrica
Iluminação
"Algumas sugestões de gestos simples e pequenas ideias para uma gestão doméstica mais económica e sustentável.
- As lâmpadas “clássicas” ou incandescentes são o sistema de iluminação mais ineficaz. Na realidade só 5% da energia eléctrica é transformada em luz, o resto transforma-se em calor.
- As lâmpadas incandescentes de halogéneo vieram colmatar algumas das ineficiências das lâmpadas clássicas. Apesar de também terem consumos elevados, têm uma grande vantagem na qualidade da luz, muito próxima da iluminação natural.
- As lâmpadas fluorescentes apresentam uma elevada eficiência. São mais conhecidas as lâmpadas tubulares, muito utilizadas em cozinhas.
- Mais recentemente surgiram as lâmpadas fluorescentes compactas, também conhecidas como lâmpadas “economizadoras”, que permitem formatos e tamanhos mais variados que as tubulares. Este sistema de iluminação permite reduzir o consumo em relação a uma lâmpada clássica em cerca de 5 vezes, com uma durabilidade muito superior (cerca de 15.000 horas).
Todas as lâmpadas economizadoras têm o maior consumo no período de arranque e no período imediatamente a seguir (até atingirem a luminosidade máxima). Por essa razão estas lâmpadas devem ser utilizadas em espaços de grande permanência, como a cozinha, quartos ou salas. Por outro lado não são as lâmpadas mais apropriadas para espaços de curta permanência, como casas de banho, corredores e zonas de passagem ou para a utilização com sensores de movimento.
As zonas de passagem são normalmente as melhores candidatas à colocação de sensores de movimento, principalmente em casas maiores, em que é fácil esquecer luzes acesas para trás."
In Newsletter PlanetaCAD, n.º 63 - 4.2007
Iluminação
"Algumas sugestões de gestos simples e pequenas ideias para uma gestão doméstica mais económica e sustentável.
- As lâmpadas “clássicas” ou incandescentes são o sistema de iluminação mais ineficaz. Na realidade só 5% da energia eléctrica é transformada em luz, o resto transforma-se em calor.
- As lâmpadas incandescentes de halogéneo vieram colmatar algumas das ineficiências das lâmpadas clássicas. Apesar de também terem consumos elevados, têm uma grande vantagem na qualidade da luz, muito próxima da iluminação natural.
- As lâmpadas fluorescentes apresentam uma elevada eficiência. São mais conhecidas as lâmpadas tubulares, muito utilizadas em cozinhas.
- Mais recentemente surgiram as lâmpadas fluorescentes compactas, também conhecidas como lâmpadas “economizadoras”, que permitem formatos e tamanhos mais variados que as tubulares. Este sistema de iluminação permite reduzir o consumo em relação a uma lâmpada clássica em cerca de 5 vezes, com uma durabilidade muito superior (cerca de 15.000 horas).
Todas as lâmpadas economizadoras têm o maior consumo no período de arranque e no período imediatamente a seguir (até atingirem a luminosidade máxima). Por essa razão estas lâmpadas devem ser utilizadas em espaços de grande permanência, como a cozinha, quartos ou salas. Por outro lado não são as lâmpadas mais apropriadas para espaços de curta permanência, como casas de banho, corredores e zonas de passagem ou para a utilização com sensores de movimento.
As zonas de passagem são normalmente as melhores candidatas à colocação de sensores de movimento, principalmente em casas maiores, em que é fácil esquecer luzes acesas para trás."
In Newsletter PlanetaCAD, n.º 63 - 4.2007
terça-feira, 1 de maio de 2007
Letras
"Como é que comunicamos quando o outro não pode ou não quer comunicar?
Levei muito tempo, e ainda não o faço sem algum sofrimento, a aprender que há pessoas de quem devemos desistir. Muitas vezes achamos que pela palavra, pelo gesto, pelo que transmitimos, conseguimos modificar o outro. Aprender a desistir, aceitar que a pessoa não é como gostaríamos que fosse, aceitar que podem existir pessoas que não gostam de nós, isso, faz parte do nosso crescimento."
Isabel Stilwell
in Revista Perfumes & Co, n.º 48 - Abril/Maio 2007
"Como é que comunicamos quando o outro não pode ou não quer comunicar?
Levei muito tempo, e ainda não o faço sem algum sofrimento, a aprender que há pessoas de quem devemos desistir. Muitas vezes achamos que pela palavra, pelo gesto, pelo que transmitimos, conseguimos modificar o outro. Aprender a desistir, aceitar que a pessoa não é como gostaríamos que fosse, aceitar que podem existir pessoas que não gostam de nós, isso, faz parte do nosso crescimento."
Isabel Stilwell
in Revista Perfumes & Co, n.º 48 - Abril/Maio 2007
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