Maria Pudim

"Estou aqui construindo o novo dia com uma expressão tão branda e descuidada que dir-se-ia não estar fazendo nada. E, contudo, estou aqui construindo o novo dia!" António Gedeão

A minha fotografia
Nome: Maria Lua
Localização: Loures, Portugal

Quarta-feira, Janeiro 30, 2008

Grifos na Web em directo

"Até ao próximo mês de Agosto, será possível acompanhar o que se passa em dois dos ninhos da colónia de Grifo das Portas de Ródão, 24 horas por dia, através da Internet. Em Outubro de 2007, foi colocada uma câmara numa escarpa do rio Tejo. O projecto nasceu no âmbito do programa Público na Escola. O principal objectivo é chamar a atenção para a conservação da natureza e para a protecção de espécies selvagens.
O Grifo (Gyps fulvus) é uma das três espécies de abutres que nidificam em Portugal. É uma ave de grande porte: as fêmeas podem atingir os 280 cm envergadura e pesar 12 kg. Em Portugal, estima-se que existam cerca de 270 casais, distribuídos por colónias ou isolados. Podem viver entre 30 e 40 anos e atingem a maturidade pelos 5 anos de idade. Têm apenas uma cria por ano e nidificam em locais rochosos, geralmente em zonas despovoadas.
Desde que o projecto arrancou já foi possível observar várias cópulas entre um casal de Grifo, no ninho principal, e também uma cópula extra-par, o que é um acontecimento pouco frequente em aves monogâmicas como os grifos. "A explicação mais provável é o macho com o qual a fêmea copulou ser mais atraente do que o seu parceiro, e ela procura boa qualidade genética para os filhos", adianta o biólogo que acompanha o projecto, Carlos Pacheco. No outro ninho (menos visível), a fêmea já pôs o ovo. Seguem-se agora cerca de 54 dias de incubação.
Contudo, as primeiras imagens captadas pela câmara não foram de Grifo mas de Abutre de Ruppell, um abutre africano raro em Portugal. "Nós chegámos a pensar que iríamos ter algo inédito que era um abutre de Ruppel a nidificar na Europa debaixo da nossa câmara", conta o jornalista do Público, António Granado, a alma deste projecto inédito em Portugal. O abutre de Ruppell ainda aparece algumas vezes, mas não conseguiu constituir família, pois não tem uma fêmea da sua espécie na colónia.
Segundo os últimos dados, compilados no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, o Grifo está na categoria de Quase Ameaçado, ou seja, é uma espécie que continua a enfrentar ameaças que poderão pôr em perigo a sua sobrevivência no futuro.
Entre as ameaças a esta ave estão a perturbação dos ninhos na época da reprodução e a falta de alimento. Na sequência da doença das vacas loucas, as normas sanitárias da Comissão Europeia vieram obrigar à recolha dos cadáveres do gado, e o facto dos animais mortos não poderem ser deixados nos campos para os abutres, retira-lhes uma importante fonte de alimento.
Mas, segundo Carlos Pacheco, a principal ameaça continua a ser o envenenamento. Os grifos, ao comerem animais mortos, acabam por ser atingidos por venenos deixados nos campos para matar cães, lobos, raposas ou rapinas. Uma prática ilegal que mata indiscriminadamente ao entrar na cadeia alimentar de várias espécies.
O projecto tem o apoio da Refer, responsável pela infraestrutura tecnológica que permite a captação de imagens em directo, da Fundação para a Computação Científica Nacional, responsável pela distribuição do sinal e por gravar tudo o que se passa no ninho, e também da SIC que divulgará na televisão e na Internet os principais momentos desta verdadeira aventura de divulgação científica."
Os grifos poderão ser visualizados neste link.

In Blog dos Bichos

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Terça-feira, Janeiro 29, 2008

Especiarias

"As comidas bem temperadas não são necessariamente as que fazem arder a língua. As especiarias são uma complexa variedade de produtos aromáticos que fazem realçar aspectos desconhecidos dos ingredientes - e apenas algumas, como o piri-piri, as pimentas e o gengibre, picam na língua.
Uma especiaria parcimoniosamente adicionada a um prato suave pode torná-lo extremamente agradável. Também pode ser um tempero miraculoso no último momento para muitas coisas, tanto salgados como doces; por exemplo, noz-moscada ralada sobre os legumes, pudins de leite e pratos de queijo, ou sementes de alcaravia adicionadas a batatas doces e abóbora.
O cardamomo é maravilhoso, não só com carne, criação e peixe - uma vagem ou duas esmagadas transformam uma caldeirada -, mas também para adicionar um perfume mágico aos pudins de leite e aos gelados. Nos pratos salgados de todos os tipos, a mistura de cardamomo com alho e gengibre fresco é uma das combinações mais apetitosas que existem. A canela é outra especiaria que faz realçar tanto os pratos salgados como os doces; é especialmente boa no frango, utilizando-se paus inteiros para dar gosto a um estufado. A tosta de canela - pão frito em manteiga e barrado com canela em pó - é irresistível.
Tal como é melhor utilizar ervas frescas, também o sabor das especiarias é mais pronunciado quando as compramos inteiras e apenas as moemos quando necessitamos delas. Antes de usar especiarias (inteiras ou moídas) convém aquecê-las rapidamente numa frigideira seca, para realçar os aromas. Se puder tenha um moínho de café eléctrico que use só para moer especiarias, mas pode limpar o seu moínho de café e servir-se dele, ou utilizar um almofariz, embora isso seja mais difícil com as especiarias mais duras, como a canela, o cravinho-da-índia e o anis-estrelado. No Norte de África e no Médio Oriente, geralmente, põem uma vagem de cardamomo em infusão no café.
Poderá fazer experiências com diferentes especiarias, do mesmo modo que com as ervas, as pessoas ficam intrigadas com o gosto difícil de definir de uma determinada especiaria num certo prato. Também poderá fazer a sua própria mistura de especiarias, para usar nos pratos, como as donas de casa fazem na Índia. Um cuidadoso tempero da comida parece animar as pessoas, e as comidas condimentadas, numa festa, são quase sempre mais notadas e mais recordadas.É geralmente difícil saber que bebida servir com comida muito condimentada; a cerveja combina geralmente bem e, se quiser festejar-se algum acontecimento, poderá servir champanhe ou qualquer outro vinho espumoso."

In site Gastronomias

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Segunda-feira, Janeiro 28, 2008

Sócrates e a Liberdade

"(...)Não sei se Sócrates é fascista. Não me parece, mas, sinceramente, não sei. De qualquer modo, o importante não está aí. O que ele não suporta é a independência dos outros, das pessoas, das organizações, das empresas ou das instituições. Não tolera ser contrariado, nem admite que se pense de modo diferente daquele que organizou com as suas poderosas agências de intoxicação a que chama de comunicação. No seu ideal de vida, todos seriam submetidos ao Regime Disciplinar da Função Pública, revisto e reforçado pelo seu governo. O Primeiro-ministro José Sócrates é a mais séria ameaça contra a liberdade, contra autonomia das iniciativas privadas e contra a independência pessoal que Portugal conheceu nas últimas três décadas.
TEMOS DE RECONHECER: tão inquietante quanto esta tendência insaciável para o despotismo e a concentração de poder é a falta de reacção dos cidadãos. A passividade de tanta gente. Será anestesia? Resignação? Acordo? Só se for medo..."

António Barreto
«Retrato da Semana» - «Público» de 6 de Janeiro de 2008

Artigo completo no Sorumbático

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Domingo, Janeiro 27, 2008

As imagens da semana

Esta semana foi muito fraca para passeios ou fotografias, pelo que tivemos de improvisar...
Voltamos a visitar Lisboa e alguns locais emblemáticos como as Ruínas do Convento do Carmo e o Elevador de S. Justa. E terminamos a beber uma Ginjinha (já em funcionamento após o fecho pela ASAE) e parece que a bebida estava mais saborosa, não com tanta aguardente, mais doce e espessa (não sei, talvez fosse das saudades!).

A porta de entrada para as Ruínas da Igreja do Convento do Carmo, edificado no século XIV. Que além de museu arqueológico, é também sede da Associação dos Arqueólogos Portugueses.

"A planta é em cruz latina, de três naves e cinco tramos. Tem cabeceira com capela-mor saliente e de maior altura, ladeada por quatro absidíolos poligonais escalonados, o que constitui uma variante do modelo da Batalha e evolução do modelo das cabeceiras das igrejas mendicantes mais importantes."

"O solo arenoso e a escarpa instável levaram ao desmoronamento dos alicerces por duas vezes, obrigando D. Nuno a dizer que se os alicerces caíssem de novo haviam de ser de bronze. Em 1392, o Condestável convidou os frades carmelitas de Moura a ingressarem no convento."

"Em 1404, D. Nuno Álvares Pereira doou ao convento o seu património e, mais tarde, professou na ordem dos carmelitas e doou-lhes o convento."

"Em meados do século XVI, o convento tinha a renda de 2 Soo cruzados e albergava 70 frades e 1o servidores."

"Nos finais do século XVII, durante as guerras da Sucessão, os monges tentaram ajudar D. António, Prior do Crato, nas suas pretensões ao trono."

"No dia 1 de Novembro de 1755, grande parte do convento ruiu com o terramoto, tendo recebido posteriormente obras de beneficiação e restauro."

A Igreja do Convento do Carmo está classificada como Monumento Nacional.

E são muitos os artefactos expostos no local provenientes de outras regiões e que fazem parte do espólio da Associação.

A pedra impõe-se como material nobre e secular!


"Na capela-mor da Igreja do Carmo, onde se encontra a sepultura primitiva de D. Nuno Álvares Pereira, expõem-se importantes obras de escultura medieval e moderna (Séc. XIII-XVIII), bem como um conjunto de três painéis de azulejos barrocos (Séc. XVIII)."

"O convento eventualmente passou a ser uma dependência militar e, durante a Revolução dos Cravos, foi no quartel do Carmo que o Presidente do Conselho do Estado Novo, Marcelo Caetano, se refugiou dos militares revoltosos."

Foi a minha primeira visita ao espaço mas ficou muito aquém das minhas expectativas...

E, na parte exterior e em volta das ruínas, o desleixo e a sujidade são evidentes...

Uma sobrevivente que merece respeito!

Caminhamos para o passadiço que liga o Elevador de Santa Justa ao Largo do Carmo.

E que passa por cima da Rua do Carmo.

"O lançamento do passadiço, construídas já as torres, teve lugar no dia 31 de Agosto de 1901, o mesmo em que a Carris inaugurou o serviço de eléctricos."

"Lançado o passadiço as obras continuaram o seu ritmo normal. Em Junho de 1902 ensaiaram-se máquinas e cabines e no mês seguinte, a 10 de Julho, o elevador inaugurou o serviço público."

"Às 14 horas o elevador foi aberto ao público. Este pagava para descer 10 reis e para subir 1 vintém. Nesse dia venderam-se mais de três mil bilhetes e à noite houve um concerto pela banda que durou até cerca da meia noite."

"No fim do 1º ano de exploração o elevador transportara já mais de meio milhão de passageiros e ao terraço haviam subido 52.415 curiosos."

"O ano de 1907 foi marcado pela electrificação do sistema, tendo a substituição das primitivas máquinas a vapor por outras eléctricas obrigado a uma paralização temporária."

"Mas só em finais de 1973, por contrato celebrado entre a Câmara Municipal de Lisboa, a Carris e a Lisbon Electric Tramways Limited, se procedeu ao seu trespasse."

"Deste modo, setenta anos passados sobre a data da sua inauguração, o elevador do Carmo, mais vulgarmente conhecido como Elevador de Santa Justa, ficou definitivamente integrado na rede de transportes da Companhia Carris."

"Concebido por Raoul Mesnier du Ponsard, o elevador liga a Baixa ao Bairro Alto e apresenta um design neogótico romântico."

"Abriu em 1902, altura em que funcionava a vapor, e em 1907 começou a trabalhar a energia eléctrica, sendo o único elevador vertical em Lisboa a prestar um serviço público. Feito inteiramente de ferro fundido e enriquecido com trabalhos em filigrana, o elevador dentro da torre, sobe 45 metros e leva 45 pessoas em cada cabine (existem duas)."

"A bilheteira localiza-se por trás da torre, nos degraus da Rua do Carmo. Os passageiros podem subir ou descer pelo elevador dentro de duas elegantes cabinas de madeira com acessórios de latão."

"O café no topo conta com vistas magníficas sobre o centro de Lisboa e o Rio Tejo."

há uma palavra mágica que se diz. essa palavra
é sempre diferente. montanha, precipício, brilho.
essa palavra pode ser um olhar. a voz. um olhar.
essa palavra pode ser o espaço de silêncio onde
não se disse uma palavra. brilho, montanha.
essa palavra pode ser uma palavra, qualquer palavra.
há uma palavra mágica que se diz. há um momento.
depois dessa palavra, só depois dessa palavra,
pode começar o amor.
José Luís Peixoto, in A Casa, a Escuridão

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Sábado, Janeiro 26, 2008

As surpresas da semana

1 - Um passeio imperdível (com visita às Capuchinhas!).

2 - Livraria Lello eleita a terceira mais bela do mundo!

3 - A Nice pediu ajuda para a linda Olívia, para ver e ler aqui.

4 - Muqueca de Seitan para vegetarianos, pois então!

5 - E quem já provou este bolo ponha o dedo no ar, sff. Todos? Bem me parecia, é um bolo delicioso e tipicamente português.

6 - Este projecto é só para dar "tacho" (e bons salários!) a um FDP que se julga importante (mais ao filho e às esposas de cada um). Todos sabem, mas ninguém faz nada... Merda de País, o nosso!

7 - Por causa do Workshop dos Cogumelos (a 1ª edição está esgotada, mas está tudo preparado para a segunda, é só ler a notícia no site) descobri este interessante site sobre a Floresta Micológica Portuguesa.

8 - Os Bichanos do Porto estão com 10 meninos, provenientes de uma idosa que foi internada num lar, que precisam de novas famílias. Vamos ajudar?

9 - Finalmente, uma boa notícia! A verdade e a liberdade de expressão ganharam, desta vez...

10 - Uma música muito bonita para ouvir aqui.

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Sexta-feira, Janeiro 25, 2008

Sons

Smog (Bill Callahan) - Rock Bottom Riser

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Oficina da Natureza
Rua do Carrezido,
74990-139 Ponte de Lima
Tel: +351 936 077 462
www.oficinadanatureza.pt

"A Oficina da Natureza é uma empresa de Animação Turística que desenvolve as suas actividades em espaços rurais e naturais, procurando articular inovação e tradição nas ofertas que propõe.
Acompanha a diversificação das práticas de ecoturismo e pedestrianismo, dando resposta a um desejo crescente, de quem vive nos meios urbanos, de aproximação à natureza e de conhecimento e fruição dos valores e saberes dos territórios rurais."
Para saber quais as actividades que oferecem, e em que mês irão decorrer, ver aqui.

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Quinta-feira, Janeiro 24, 2008

Desmaio
Como actuar?

"É provocado por falta de oxigénio no cérebro, a que o organismo reage de forma automática, com perda de consciência e queda do corpo brusca e desamparada.
Normalmente o desmaio dura 2 ou 3 minutos.
Tem diversas causas: excesso de calor, fadiga, falta de alimentos, permanência em pé durante muito tempo, etc.
Sinais e Sintomas:
- Palidez.
- Suores frios.
- Falta de forças.
- Pulso fraco.
O que deve fazer:
1. Se nos apercebemos de que uma pessoa está prestes a desmaiar:
- Sentá-la.
- Colocar-lhe a cabeça entre as pernas.
- Molhar-lhe a testa com água fria.
- Dar-lhe a beber chá ou café açucarados.
2. Se a pessoa já estiver desmaiada:
- Deitá-la com a cabeça de lado e mais baixa do que as pernas.
- Desapertar-lhe as roupas.
- Mantê-la confortavelmente aquecida.
- Logo que recupere os sentidos, dar-lhe a beber chá ou café açucarados.
- Consultar o médico posteriormente."

In site IPOPorto

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Quarta-feira, Janeiro 23, 2008

Linha do Tua: À Espera do Fim
Movimento Cívico pela Linha do Tua

"Também eu, Francisco, andei em todas elas. Em especial como passageiro do «Texas», entre Peso da Régua e Vila Real. Tal como tu, «tenho pena». Ao contrário de ti, não compreendo. Aliás, nunca compreendi a forma como as linhas da CP foram desmanteladas, para dar força aos mesmos que capitalizaram a privatização da Rodoviária Nacional (Cabanelas, Humberto Pedrosa) e que hoje, como sucede nos trajectos para Sul com a EVA Mundial Turismo e a Rede Expresso, funcionam em cartel concertando preços sem que ninguém os aborreça com minudências.
O fim do comboio coincidiu entre nós com o início das auto-estradas. E, para encaixar dinheiro com a venda da RN, era preciso que o Estado garantisse rotas de passageiros comercialmente atraentes aos senhores da camionagem.
Eu tenho pena e não compreendo, porque a Linha do Tua, do Corgo ou do Sabor percorrem paisagens tão admiravelmente belas e as carruagens são tão apaixonadamente anacrónicas, naqueles carris mais estreitos do que todos os outros, que a sua continuidade era obrigatória em qualquer país com um mínimo de estratégia de desenvolvimento turístico para o interior.
Sou um romântico e as linhas são de manutenção demasiado cara? Eventualmente. Mas não poderia ser, pelo menos parcialmente, assegurada por patrocínios e apoios privados, associados ao sector turístico na Região e aos seus produtos, com destaque para o vinho? Os comboios não tinham passageiros? Mas como podia ser de outra forma, se ninguém os promove lá fora, talvez por vergonha de parecermos menos «modernos», de contradizer as fotografias do senhor inglês que nos julga no Alaska.
A CP e a Refer são detentoras de um património que os diversos Governos têm insistido em delapidar. Para os nossos governantes, o comboio só existe para andar muito, muito depressa. Como aqueles com vidros opacos, à TGV, onde apenas conseguimos ver o nosso próprio reflexo. O reflexo de alguém que atravessa um País que vai perdendo a sua Geografia. E que, ao fazê-lo, perde também parte da sua História.
A ler também o (...) e o Pedro Morgado, porque estão de acordo comigo e isso sabe sempre bem, principalmente a alguém tão carente quanto eu."

João Villalobos
In blogue
Corta-Fitas

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Terça-feira, Janeiro 22, 2008

Bolo das Rosas (fotografia aqui)

Ingredientes
Para a massa

2 ovos (à temperatura ambiente)
450 grs. de farinha de trigo (sem fermento)
1 dl de leite morno
2 colheres de sopa cheias de manteiga ou margarina
3 colheres de sopa cheias de açúcar amarelo
50 grs. de fermento de padeiro
raspa de 1 limão
Para o recheio
100 grs. de manteiga ou margarina
100 grs. de nozes picadas grosseiramente
50 grs de coco ralado
150 grs. de açúcar amarelo
100 grs de avelãs picadas grosseiramente
60 grs de passas
Confecção
"A massa: Deite a farinha num alguidar abra uma cavidade no centro e ponha a margarina ou manteiga, o açúcar e a raspa de limão, e amasse.
Dissolva o fermento no leite morno.
Junte o fermento e os ovos à massa e amasse muito bem até se desprender do alguidar (a massa não deve ficar muito rija nem muito mole).
Faça uma bola, polvilhe com farinha, tape com um pano e deixe levedar em local aquecido cerca de + ou - 2 horas.
Assim que a massa tenha crescido o dobro, polvilhe a mesa com farinha e estenda com o rolo um rectângulo 40 por 45 cm (se necessário polvilhe a mesa e a massa com farinha para que não se pegue).
O recheio: Derreta a manteiga deixe arrefecer um pouco e espalhe uma camada uniforme sobre a massa sem furar a massa, sobre a margarina espalhe o açúcar, as nozes picadas, o coco ralado, as avelãs e as passas.
Enrole com cuidado a massa como quem enrola uma torta. Corte o rolo em 7 partes iguais com uma faca bem afiada com cerca de 6 cm cada.
Barre muito bem uma forma redonda sem buraco com margarina e polvilhe com farinha.
Coloque as rodelas com a parte cortada para cima, uma no centro e as outras 6 à volta.
Tape a forma com um pano e deixe levedar em local aquecido até dobrarem de volume.
Pincele com gema de ovo e leve a cozer em forno bem quente cerca de 30 minutos, mas convém verificar.
Depois de cozido retire do forno deixe arrefecer um pouco desenforme e pinte com um pouco de geleia."

Fiz algumas alterações à receita original, nomeadamente substituindo as frutas cristalizadas por avelãs.
Para mim, é dos melhores bolos que já fiz!


In site Gastronomias

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Segunda-feira, Janeiro 21, 2008

Ponto Electrão da Amb3E

"A Amb3E lançou recentemente uma iniciativa que visa a recolha de material electrónico usado. Assim, desde Dezembro que se encontram disponíveis os “Pontos Electrão”, locais onde se podem depositar os resíduos de equipamento eléctrico e electrónico (REEE) de pequenas dimensões para serem recolhidos e correctamente encaminhados para Centros de Recepção, onde é feita a triagem, e se preparam os resíduos para serem entregues nas Unidades de Tratamento e Valorização.
Nesta primeira fase a rede engloba os centros comerciais CascaiShopping, Colombo e Vasco da Gama (na área da Grande Lisboa) e, GaiaShopping e NorteShopping (na área do Grande Porto), tendo sido os módulos para recolha colocados nos parques de estacionamento das superfícies mencionadas. A capacidade de cada módulo é de 200 quilogramas de resíduos, com um tamanho máximo de 55 centímetros, excluindo-se lâmpadas, micro-ondas.
Esta excelente iniciativa da Amb3E permite ao público em geral ter um local indicado para deposição do equipamento electrónico obsoleto que regra geral ficava empilhado junto aos ecopontos.
Para mais informações, sugerimos uma visita ao site da AMB3E."

In site Oeinerge

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Domingo, Janeiro 20, 2008

As imagens da semana

Um dia repleto de Sol (quase com "cheirinho" a Primavera!) foi razão suficiente para atravessar a Ponte 25 de Abril e visitar uma memória de quase 25 anos!
Valeu a pena, obrigado.

Tenho de concordar que viajar de carro é realmente muito cómodo, mesmo que eu não conduza e utilize sempre transportes públicos...

Não havia muito trânsito e o dia estava límpido.

Chegamos ao recinto (parecem as Portas de Berlim!)...

Um horizonte dominado pelo verde (apesar da tortura das podas às árvores!) e azul.

A história do Santuário, escrita em várias línguas, ajuda a compreender o Monumento.

O Cristo Rei.

Tivemos de crescer muito para subir ao Cristo Rei...

Alguém nos chamava lá em cima...

Vamos entrar.

SNCR!

No rés-chão, existe uma sala com informações sobre o Santuário, quadros e outras peças artísticas de carácter religioso, como esta gigantesca cruz.

Esta brilha no tecto da Capela.

Compramos o bilhete (4,00 euros cada, ida e volta) para subir de elevador.

Somos recebidos de braços abertos!

Em contemplação...

Olhando o infinito que nos rodeia...

Observem.

Ooohhh...

Tão bonito...

Lindíssimo...

Tantos prédios! (ai...ai...)

E este lado também.

Lisboa está a afundar-se! (ai...ai...)

Parece uma ilha de cimento! (ai...ai...)

Valha-nos o verde de Monsanto! (que está a desaparecer...)

É hora de descer...

Mas de elevador!

Em terra firme novamente.

O doirado do entardecer reflecte no rio...

A famosa luz amarela da Cidade também provém do Sol que a ilumina.

Uma vista deslumbrante.

A Cruz Alta.

"Quando eu for levantado da terra atrairei tudo a mim"
(Jo.12,32)

A Lua também está presente...

Obrigado, voltarei a visitar-te daqui a 25 anos...

Até sempre!

As luzes brilham no regresso, com mais tráfego também!

E finalizamos nesta deliciosa Casa (e mais não escrevo, pois prometi na semana passada não repetir histórias de doces!).

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Sábado, Janeiro 19, 2008

As surpresas da semana

1 - Uma flor magnífica!

2 - Para assinar a Petição contra o encerramento do Hospital D. Estefânia.

3 - Alguém perguntou qual era a minha pedra preciosa preferida. Sempre foi e será a Opala (e não dá azar nenhum!).

4 - Pois é, o Imperativo Categórico da Realidade!

5 - Crise económica leva a que só 53% dos portugueses gozem férias.

6 - Para saber mais sobre os Fundamentos da Terapia Assistida com Animais aqui.

7 - O Duke e a Lucille precisam de famílias que os estimem e protejam para sempre.

8 - Gosto tanto dos pins da Nice!

9 - Viver sobre o lema: VERDE.

10 - A Provença Francesa foi uma região que me deixou encantada e Avignon faz parte desse encanto.

11 - A Sara faz coisas muito bonitas e vende no Etsy.

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Sexta-feira, Janeiro 18, 2008

Exposição de Fotografia

Voltaremos na Gravana trabalho fotográfico realizado na ilha de São Tomé, de Luís Rocha e de Tânia Araújo estará patente na Bairro.Arte Galeria em Lisboa (Bairro Alto, Rua das Salgadeiras, nº5 e 7), entre 9 e 28 de Janeiro, aberta das 14h às 21h.
A exposição é composta por 20 imagens e será acompanhada da projecção de um documentário sobre a história do café na ilha de São Tomé, realizado na Roça Monte Café para o PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, obra dos mesmos autores.
Esta exposição tem como objectivo a angariação de donativos, através da venda das imagens, para o projecto "Comunidade Apoia à Vida - Combate e Prevenção ao VIH/SIDA", desenvolvido por Médicos do Mundo em São Tomé."

Para mais informações, contacte:
Médicos do Mundo – Portugal
Sara Peres
Tel: 96 4444 741/ e-mail:
sara.peres@medicosdomundo.pt
Fotógrafo - Luís Rocha
Tel: 96 252 74 53 e-mail:
luisrocha.fotografia@gmail.com
MEF – Movimento de Expressão Fotográfica

In site Médicos do Mundo - Portugal

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Quinta-feira, Janeiro 17, 2008

Sons

Lucinda Williams - World Without Tears (live)

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Festa das Fogaceiras
Santa Maria da Feira
20 de Janeiro 2008


"As origens desta festa remontam ao século XVI. Conta a lenda que o povo, martirizado pelas várias epidemias de peste, fez uma oferenda em honra de São Sebastião constituída por broas doces de pão de trigo - as fogaças. Estas eram transportadas até à igreja matriz, sendo depois benzidas e distribuídas pela população. A peste foi então eliminada mas quando as festividades foram interrompidas, entre 1749 e 1753, surgiu um novo surto dessa praga. Interpretando o acontecimento como um castigo divino, a população rapidamente tratou de retomar a tradição, que se manteve até aos dias de hoje."

Programa e outras informações aqui

In site Lifecooler

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Quarta-feira, Janeiro 16, 2008

Uma Crise (meramente) literária

"Há ideias feitas, lugares comuns e terríveis mentiras que entram nas nossas vidas de tal forma que mesmo depois de denunciadas e desmentidas persistem em colar-se-nos à pele. Uma das mais frequentes diz respeito ao negócio dos livros em Portugal. Foram tantos anos a ouvir editores, autores, jornalistas, a encostarem a palavra “crise” ao mundo da edição, que a ideia pegou de estaca e não o larga mais. É como identificar o Porto com o vinho adocicado: faz parte e é óbvio.
Quinta-feira, na revista Visão, a jornalista (sénior...) Ana Margarida Carvalho, num trabalho sobre a nova livraria Byblos (investimento do projecto: 5 milhões de euros...), lá vem com a frase fatal: “Pode parecer paradoxal tanto investimento num apregoado sector em crise”. E a seguir o eterno argumento da iliteracia.
Crise? Qual crise?
De uma vez por todas: foram vendidos 530 milhões de euros em livros no ano 2006; importaram-se 62 milhões de euros de livros no mesmo ano; editam-se em Portugal mais de 15 mil títulos por ano (41 livros por dia!); o break-even médio de um volume situa-se nos 2000 exemplares vendidos (ou seja, é mais fácil editar um livro e não perder dinheiro do que ver o Benfica ganhar a liga num período de 10 anos...).
Outros números discretos: entre os clubes com maior número de sócios encontra-se o Circulo de Leitores. Tem 300 mil quotizados que se obrigam a comprar pelo menos um livro por trimestre. O novo grupo editorial Leya, que reúne um vasto conjunto de editoras de todos os estilos, anunciou na semana passada a intenção de, em 2008, editar mil novos títulos e facturar 90 milhões de euros. O mesmo grupo anunciou que em 2007 facturou 20 milhões de euros exportando livros escolares para Angola e Moçambique.
(De passagem: as vendas brutas de “Rio das Flores” representam, ao fim de dois meses, um encaixe de 4,5 milhões de euros na Oficina do Livro; e as vendas de “Sétimo Selo”, de José Rodrigues dos Santos, foram responsáveis por mais de 2,6 milhões de euros de facturação na Gradiva...)
Factos incontornáveis: abrem editoras novas a todo o momento. Não se ouve falar no fecho de editoras antigas. Há grupos financeiros a comprar editoras – não vejo grupos a vendê-las. Há editoras a investir em Portugal (o exemplo “Esfera dos Livros” é exemplar), não vejo desinvestimento.
Há mais FNAC’s do que alguma vez o grupo sonhou abrir neste cantinho, nasceu a Byblos, 2008 trará novos espaços comerciais.
O livro, em Portugal, está de boa saúde e recomenda-se. Os editores “choram-se”, porque lhes está na massa do sangue a queixa e a lamúria. Os livreiros queixam-se – mas conhecem algum comerciante que não faça outra coisa senão queixar-se e cuja frase chave não seja “este ano piorou muito...”? Queixam-se os autores, mas só aqueles que vendem pouco (infelizmente a maioria). E por fim reclamam os críticos, porque na verdade os livros que mais vendem e justificam todo este movimento financeiro não são aqueles que eles mais valorizam. Mas também esse fenómeno é um clássico.
Dito isto, era altura de aceitar pacificamente que o mercado do livro em Portugal vive melhor do que a maioria dos seus familiares, nomeadamente a música ou o teatro. Vive o melhor possível. Neste momento cheio de vitalidade. E a nadar em oportunidades. Quem as tiver, chame-lhe suas."

Pedro Rolo Duarte
In blogue Pedro Rolo Duarte

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Terça-feira, Janeiro 15, 2008

A Casa e os Adágios Populares

"É de tal modo importante a problemática relacionada com a habitação, que a cultura popular lhe consagra alguns dos seus muitos adágios:
- A casa não importa ser pequena, importa que tenha alegria;
- A casa que não tem gatos tem muitos ratos;
- A casa sem mulher é corpo sem alma;
- Casa amiga, boa casa;
- Casa ao pé de grota ou ribeira, ou ventosa ou ratoeira;
- Casa com curral, paraíso terreal;
- Casa com duas portas é má de guardar;
- Casa de mulher feia não precisa de tramela;
- Casa fechada, casa arruinada;
- Casa nova, vida nova;
- Casa onde entra o sol não entra o médico;
- Casa onde estejas e terra quantas vejas;
- Casa onde eu não caibo, ali mora o diabo;
- Casa sem criancinhas, gaiola sem passarinhos;
- Casa sem filhos é colmeia sem abelhas;
- Casa sem homem nem a candeia dá luz;
- Casa varrida e mulher penteada, parece bem e não custa nada;
- Em casa escura não entra alegria;
- Não se começa a casa pelo telhado;
- Não se regula o pão pela côdea, nem a casa pela frontaria;
- Boa casa, boa brasa;
- Da porta para a rua, toda a casa é tua."

Rafael Carvalho/Jan 2008
In blogue Arquitectura D´Ouro

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Segunda-feira, Janeiro 14, 2008

Biscoitos de Noz

Ingredientes
400g de farinha para bolos (já com fermento)
150g de noz moída
250g de açúcar amarelo
200g de manteiga vegetal
2 ovos (à temperatura ambiente)
Açúcar em pó
Nozes q.b.
Preparação
Bata o açúcar com a manteiga (derretida) até ficar cremoso (durante 10 minutos). Acrescente 2 ovos, um a um, sem parar de mexer.
Por fim, incorpore a farinha e o miolo de noz moído até obter uma mistura homogénea, deixe a massa repousar 20 minutos.Faça pequenas bolinhas de massa (utilize uma colher de sopa para fazer pequenas bolas), coloque-as num tabuleiro untado com margarina e polvilhado com farinha.
Polvilhe com açúcar em pó e coloque uma meia noz por cima de cada bolinho.
Leve a cozer ao forno a 220ºC durante 10-15 minutos.

Sugestão
Para obter biscoitos diferentes basta usar outro fruto seco. Por exemplo, se quiser fazer biscoitos de avelã, basta substituir o miolo de noz por miolo de avelãs.

In Revista Doces Momentos, Março/Abril/Maio 2007 (n.º 24)
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Flores Fritas à moda da minha mãe

Ingredientes
2,5 dl de leite
3 ovos (à temperatura ambiente)
9 colheres de sopa de farinha (sem fermento)
1 colher de sopa de manteiga derretida
raspa de 1 limão
Forma em metal, em forma de flor ou quadrado (compra-se nas lojas)
Preparação
Mistura-se todos os ingredientes e bate-se bem (com uma colher de pau ou garfo, à mão).
Se esta mistura estiver muito líquida deverá juntar um pouco mais de farinha até formar uma massa homogénea.
Coloca-se ao lume, uma frigideira alta, com bastante óleo. Põe-se a forma dentro da frigideira quando o óleo estiver quente (atenção a forma não deverá estar fria nem muito quente), e molha-se na mistura (atenção a forma não deverá ser completamente submergida no polme, apenas um pouco mais de metade, não deverá ultrapassar a parte de cima ou irá ficar completamente envolvida nessa e não despegará).
Com um garfo, depois de colocar no óleo, vá ajudando a filhó a despegar-se da forma. Deixe fritar de um lado e de outro até ficar amarelinhas.
Por fim, deverá passá-las por açúcar e canela.
Se por acaso, não despegar da forma, terá de tirar e lavar muito bem para não ficar nenhum bocado pegado, ou caso contrário, fará a filhó seguinte ficar "agarrada".
Estas filhós são difíceis de fazer, pela técnica que a forma requer (nomeadamente a temperatura do óleo/forma e o cuidado de não molhar a totalidade no polme) e também pelo temperatura do lume.
Esta é uma receita que deveria ser transmitida com visualização da preparação, mas como tal não foi possível e acedendo ao pedido da Cris (a avó fazia e ela tenta fazer, mas existe algo que não corre muito bem, e como as viu numa das minhas fotografias do Natal, pediu ajuda).
Aos restantes, experimentem, mas fica o aviso: não é fácil, mas não é impossível!

Esta receita é da minha mãe, que as faz desde sempre e mesmo assim, às vezes, não corre muito bem!

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Domingo, Janeiro 13, 2008

As imagens da semana

Não, não estou a tentar engordar (até porque tenho peso a mais e nem o meu quase 1.70 m ou as minhas corridas 3x por semana, me salvam!).
Não, este blogue não é patrocinado por nenhuma pastelaria, salão de chá ou fábrica de bolos.
Não, nada disso! Apenas (e finalmente!), fui visitar este pequeno "tesouro", por isso, as imagens voltam a ser sobre doces, muito doces!
Para semana, voltamos à dieta, prometo!
Já tinha referido neste blogue: A Casa de Chá - As Vicentinas, mas agora posso afirmar que vale mesmo a pena passar por lá e cometer o pecado da gula!
Rua de São Bento, n.º 700 (mesmo no início da rua, que dá para o Largo do Rato).

Não estranhe, a entrada parece uma loja.

Com diversos objectos (a maioria religiosos, pois esta casa pertence à Congregação S. Vicente de Paulo) para venda.

Vá com tempo, para apreciar e serenar o espírito.

Mobiliário e objectos singelos e rústicos.

As paredes são um encanto, iluminadas por pequenas candeias (eléctricas).

Parecem as rugas que a vida nos coloca em sinal de sabedoria.

Sente-se o despojamento, só essencial está presente.

A casa tem a sua história gravada em materias nobres, como a madeira, a pedra, o ferro...

E a luz é suave, não encadeia os pensamentos...

Os doces (conventuais, artesanais!) estão postos sobre uma mesa de pedra para os clientes escolherem...

O difícil é mesmo escolher...

E temos sempre a opção de levar para casa os que não conseguimos experimentar aqui!

Todos doces, ricos, mas uns mais deliciosos que outros!
E quanto ao chá de ervas que pedi, ainda perguntam: quer do saquinho ou em folhas? (nunca, até este dia, me fizeram esta pergunta quando peço um chá, apenas e só qual é o sabor/tipo! E, para quem não aprecia chá como eu, um bom chá de ervas deveria ser ao natural - em folhas, troncos, raminhos, sementes, etc.).

Alguém é servido?
No final, vamos pagar (preço médio) e uma máquina antiga guarda o dinheiro dos clientes.
Não servem só bolos, a variedade é grande (para comer e beber).

Saímos reconfortados no estômago e na alma...

E iluminados para a VIDA que nos "abraça" todos os dias.

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Sábado, Janeiro 12, 2008

As surpresas da semana

1 - Um poema magnífico.

2 - Não sou a favor dos Parques Eólicos, porque acredito que existem outras formas de poupar/criar energia com menos impacto ambiental, e esta é mais outra notícia que vem aumentar o meu desagrado.

3 - Por favor, vamos ajudar a Candy a conseguir uma família que a estime e proteja para sempre.

4 - O Paulo tem um "olho" magnífico para captar belas imagens que connosco partilha.

5 - Parecem ser receitas deliciosas: Espera-maridos e Sorbet de Coco e Lima.

6 - Sim, podia ser alguém no Portugal de 2007/2008 e sem samba...

7 - Estranho, para as coisas importantes, como preservar o nosso património, nunca existe dinheiro, mas para outras "atrocidades" existe sempre, porque será?

8 - As fotografias da Unicef 2007 e a história de cada uma, para ver aqui.

9 - Isto é Cuidados Paliativos e faz a diferença na vida e na morte de muitas pessoas.

10 - Study of the United States Institutes for Scholars - competition is open and Study of the United States Institutes for Secondary Educators - competition is open.

11 - Também eu gostei do pequeno texto, parte integrante da crónica do Lobo Antunes, que a Miss Pearls refere no seu blogue.

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Sexta-feira, Janeiro 11, 2008

Sons

Waiting On An Angel - Ben Harper

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Terras Sem Sombras
4º Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo
15 de Dezembro de 2007 a 29 de Março de 2008

Programa e informações em:
http://www.terrassemsombra.com/

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Quinta-feira, Janeiro 10, 2008

Story of Stuff

Story of Stuff - Para aprender, mudar e ensinar os outros a terem consciência do que se passa à nossa volta e no mundo.

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Rádios no Ar

Rádios no Ar - a paixão de um homem por rádios antigos!
Vale a pena visitar o site e saber mais sobre a extraordinária colecção, ler as curiosidades e obter outras informações.

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Quarta-feira, Janeiro 09, 2008

Ginko Biloba - um fóssil vivo com 200 milhões de anos

"O Gingko biloba é hoje a única espécie conhecida duma família (Ginkgoaceae) que apareceu há cerca de 250 milhões de anos e que terá tido o seu apogeu há 100 milhões de anos.
Esta espécie é considerada a mais antiga existente na Terra devido ao facto de fazer parte do coberto vegetal do planeta desde há aproximadamente 200 milhões de anos, sendo por vezes designada como "fóssil vivo".
Durante muito tempo, os cientistas acreditaram que esta espécie se teria extinto no seu habitat natural e que apenas teria sobrevivido até aos dias de hoje devido à acção humana, nomeadamente dos monges budistas do Japão e da China. Tal suposição tinha como base o facto do Gingko biloba ser considerada uma árvore sagrada pelos budistas, o que levou a que tivesse sido plantada e protegida nos seus templos desde tempos imemoriais.
Com o passar dos séculos, a espécie começou a ser plantada em jardins dos vários continentes, o que teria assegurado em definitivo a continuidade da mesma.
Sem por em causa as suposições anteriores, a verdade é que em 1916 o explorador norte-americano F. Meyer afirmou ter observado exemplares de Gingko no vale do rio Yangtze (no Leste da China). Na altura ninguém deu crédito a estas observações. Mais recentemente, alguns botânicos chineses parecem ter encontrado provas de que esta espécie ainda sobrevive no seu habitat natural, dando assim razão às observações de F. Meyer.
As propriedades medicinais das sementes e das folhas do Gingko são conhecidas na China há milénios. No Ocidente, em anos recentes, o Gingko tornou-se popular por ajudar a melhorar a performance mental, mais precisamente pela capacidade para estimular a memória."

Pedro Teixeira Santos
In blogue Sombra Verde

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Terça-feira, Janeiro 08, 2008

Sons

Nigel Kennedy, Vivaldi - Winter I

Via Moura Aveirense

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Petição
STOP ao Cancro do Cólo do Útero na Europa

"Sabia que todos os anos na Europa, cerca de 50.000 mulheres são diagnosticadas com cancro do cólo do útero e que 25.000 morrem por esta doença que pode ser quase totalmente prevenida?
Programas eficazes e organizados de prevenção contra o cancro do cólo do útero podem prevenir quase todos os casos de cancro do cólo do útero. Por esta razão precisamos da sua assinatura de forma a assegurar que todos os países da Europa disponibilizem estes programas!"
Tudo o que tem a fazer é completar a petição em:
www.cervicalcancerpetition.eu

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Segunda-feira, Janeiro 07, 2008

Amor em Tempos de Cólera

"Pedro Pacheco Pereira não gosta de chamar-se terapeuta, mas reúne pessoas, algumas delas casais, ou "partes" de casal, à volta de "um trabalho de consciência de si mesmo", explica. "Há uma demanda pela perfeição e pelo glamour, e expectativas de realização de vida mais exigentes, em especial, na cidade", contextualiza, "mas o problema é o olhar, o olharmos para a alma", diz, num tom sereno. "Vivemos numa era em que os valores são idealizados, mas não são vividos. Tem de haver um propósito comum entre duas pessoas para que não haja um vazio na busca da evolução." Um patamar de entendimento, como me disse um psicólogo uma vez, que deve existir em paralelo com o namoro. Amar é querer gerar, multiplicar. "Ao usarmos a energia sexual como está a ser usada, desorientamo-nos. A maioria não tem conhecimento da sua importância, usa-a apenas como uma busca pessoal de satisfação imediata e não como um combustível de elevação de consciência. Trabalhamos para o lado animal, por isso, o sexo é como um chuto para a veia, cria adição. Espera-se apenas que o outro cumpra as expectativas; se trouxer conflito, não o quero, não o Atendo."
Bauman escreve que «qualquer que seja a capacidade geradora de fusão que o sexo possa ter, ela vem da sua "camaradagem" com o amor», mas a forma como vivemos ambos parece querer dizer que, na verdade, não só nos tornámos mais egoístas, como mais desconfiados e cobardes: preferimos viver a prazo, e pela rama, do que dar o salto e talvez voar. A grande questão, afirma José Manuel Palma, é que "analisamos as relações num binómio custos/prémio e, depois, fazemos a comparação com as potenciais alternativas: se alguém tiver para oferecer uma melhor relação custos/prémio, eu tendo a mudar. Sempre foi assim, mas agora é mais assumido, por isso, mais comum".
O primeiro passo é "compreender o que é o amor e se a relação implica amor ou não. É que, muitas vezes, as pessoas separam-se porque o amor nunca foi construído", explica. "Ou porque não houve verdade nesse amor, porque temos todos muito medo de nos expor. E a maioria de nós vive em insegurança, em todas as nossas relações, é uma defesa instintiva. É o medo que mata o amor. O medo da rejeição", diz Pedro Pacheco Nobre, que pausa antes de continuar. "Se existir amor, não existe medo. O oposto do amor não é ódio, mas medo (da mesma forma que o que se opõe à verdade não é mentira, mas o orgulho e o que opõe à mentira não é a verdade, mas a consciência). Nós receamos ficar sozinhos, mas receamos dar-nos, porque queremos passar uma imagem de perfeição." Mas isto leva-nos a pensar que, na mesma sociedade onde o indivíduo procura sobressair da multidão, o pavor da solidão é reinante. "Nós não existimos sem outro."
Assim, o amor, hoje, amplia-se e procura ninho nos mais variados colos, nomeadamente no da amizade, que se aprofunda. Nunca tivemos tão bons amigos e, no caso feminino, tão bons amigos homens. Há uma geração, as mulheres casadas não saíam para divertir-se com outras mulheres, muito menos com homens que não fossem seus pretendentes oficiais. "É uma consequência dessa falta de casais estruturados", explica José Manuel Palma.
Pedro Pacheco Nobre acredita no potencial inesgotável de cada um para se "descobrir e curar". Porque o amor também se aprende. E treina-se. "Há quem nunca tenha sido ensinado a amar, a olhar para o outro, a tentar compreender o outro, a aceitar o outro sem o querer mudar. Todos procuramos um preenchimento quando não nos sabemos preencher a nós". Por isso, "se eu não praticar amor, paz, justiça, essas sementes não crescem. Precisam de ser regados. E não basta amar a pessoa em si, implica que eu saiba amar também as outras pessoas e as outras coisas, que lhes dê a minha atenção. O materialismo em que estamos a viver, mais tarde ou mais cedo, fracassará. Continuaremos a viver numa era de individualismo, mas em conjunto: cada um será cientista de si mesmo, mas sempre em comunicação com o outro." Temos de deixar de ver a família apenas na sua dimensão genética, mas pensarmos numa família universal. Fraternidade, Dádiva."

Patrícia Barnabé
In revista Vogue - Outubro 2007

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Domingo, Janeiro 06, 2008

As imagens da semana

Gosto de começar o ano a passear por Lisboa, para descobrir novos "tesouros", relembrar a beleza e encanto da Cidade e visitar os presépios (e eleger o que mais gosto: este ano, o prémio vai para o da Igreja do Loreto - infelizmente não consegui tirar fotografias dessa singela e pequena maravilha...).
Deixo-vos algumas imagens do passeio no Ano Novo.

bonita e com invulgares características arquitectónicas.

O presépio da Sé de Lisboa não é este! O original, do grande mestre Machado de Castro, foi "escondido" e quem o quiser visitar tem de pagar entrada...

Nem a luz das velas consegue suavizar o apelo dos homens pelo dinheiro...

Como não consegui ver o que queria, tive tempo para observar outras obras.

As portas da Luz...
Uma loja - Arte da Terra - a merecer visita obrigatória porque está situada num local muito especial.
E vende artesanato português (além de exibir exposições temporárias sobre o mesmo).

Uma descoberta: Salão de Chá luso japonês Castella do Paulo.

O ex-libris: Castella (Pão-de-Ló japonês - introduzido no Japão pelos portugueses no séc. XVI).
Outra especialidade: kurimu annpann (annpan com nozes)...
Um delicioso pormenor para controlar o tempo do chá.

Um mimo!

Outro mestre (anónimo e português) fez crescer esta flor à porta da Igreja de São Nicolau para que todos podessem sorrir ao apreciar a sua beleza. E com esses sorrisos colorir de alegria esta Cidade...

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Sábado, Janeiro 05, 2008

As surpresas da semana

1 - Para saber mais sobre Cuidados Paliativos.

2 - Os portugueses andam a comer carne a mais...

3 - Uma visita a fazer: Espaço Fortuna - Quinta do Anjo, em Palmela (Olaria, Faianças e Azulejaria de elevada qualidade a preços de produtor, vendido no local de produção).

4 - Produza os seus próprios vídeos.

5 - Exactamente, João.

6 - O que se pode fazer com calças de ganga usadas em vez de irem para o lixo.

7 - Se não pode adoptar um animal, pode ajudar apadrinhando. Veja como aqui.

8 - Via Ondas3, ficamos a saber mais sobre as turbinas éolicas de eixo vertical.

9 - A Carla tem "mãos de fada"!

10 - O Lynus e a Vera precisam de uma família que os proteja e estime para o resto das suas vidas.

11 - A Bijouxka continua a surpreender: brincos muito originais!

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Sexta-feira, Janeiro 04, 2008

Patriarcado de Lisboa promove Concerto de Ano Novo
Entrada Livre

"Pelo terceiro ano consecutivo, o Patriarcado de Lisboa, em parceria com a editora Altus, especializada em música antiga religiosa, promove o Concerto de Ano Novo, no dia 5 de Janeiro, às 21h30, na Igreja de São Vicente de Fora, em Lisboa.
O Cardeal-Patriarca de Lisboa marcará presença no recital.
O Grupo Capella Patriarchal, sob a direcção de João Vaz, interpretará Música Sacra Portuguesa de compositores do séc. XVI e XIX."
Programa
FREI DIOGO DA CONCEIÇÃO (Séc. XVII)
5 versos de 8º tom
Meio registo de 2º tom
Batalha de 5º tom
CANTOCHÃO
Hino «Ave maris stella»
FREI ANTÓNIO CARREIRA (1550/55-1599)
Missa
Kyrie
Sanctus
Agnus Dei
Deo gratias
FRANCISCO ANTÓNIO DE ALMEIDA (1702-1755)
Responsório «Si quaeris miracula» para a festa de Santo António
CARLOS SEIXAS (1704-1742)
Sonata para órgão em Sol maior
Responsório «Hodie nobis» para a festa do Natal
FREI JOSÉ MARQUES DA SILVA (c.1780-1837)
Hino «Crudelis Herodes» para a festa dos Reis Magos
«Benedictus Dominus Deus Israel»

In Notícias da Agência Ecclesia - 02.01.2008

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Quinta-feira, Janeiro 03, 2008

Em memória de Benazir Bhutto (1953 - 2007)

"Porque era mulher e era livre; porque era civilizada e cosmopolita; porque pertencia àquele grupo social que pela educação e horizontes alargados não se submete ao reducionismo de uma religiosidade desesperada que se nutre do analfabetismo e do obscurantismo; porque acreditava na inevitabilidade da adesão do Islão à contemporaneidade; porque advogava tudo o que os inimigos da liberdade abominam; porque fazia frente à sharia, à lapidação, à justiça de sangue e à guerra santa, foi morta. Morta pelos barbas-de-açafrão, danada nas mesquitas e nas madrassas, Benazir não serve de desculpa aos amigos dos nossos inimigos. Não era serva nem factotum de Bush, não era ditadora nem violara os sacrossantos pergaminhos da democracia, não se lhe conheciam amizades sionistas nem jamais abdicou do véu. Eles odeiam tudo o que não entendem, pelo que hoje, mais que uma derrota da Liberdade, a morte de Benazir Bhutto é um claro demarcador entre a civilização e a barbárie. A escolha nunca foi tão clara. Ou se está por "eles" ou se está pela comunidade de valores que, no Ocidente como no Islão laico, defende a retirada do confessionalismo para o mais estrito domínio das escolhas individuais. Como aqui por mais de uma vez se disse, o estrertor de um certo Islão nutre-se da violência do desespero. O tempo demonstrará que, no limite, os maiores inimigos do Islão foram esses loucos de Deus que não compreenderam que o tempo de uma certa ideia de religiosidade impositiva, purificadora e totalitária desapareceu."

Miguel Castelo-Branco
In blogue Combustões

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Quarta-feira, Janeiro 02, 2008

Animais de Rua
Projecto de Esterilização e Protecção de Animais sem Lar

"A Equipa do Animais de Rua vem desejar a todos os apoiantes deste Projecto um Excelente 2008!
Gostaríamos de agradecer a todas as pessoas que nos têm ajudado a concretizar o objectivo de esterilizar o maior número possível de animais carenciados. Graças a todos vocês, que apadrinharam esterilizações, ofereceram donativos e peças para venda e compraram artigos da nossa Loja Virtual, até ao dia 1 de Janeiro de 2008 esterilizámos um total de 237 animais!
Para que em 2008 consigamos chegar a mais animais em risco, continuamos a precisar da vossa ajuda!
Começamos o ano com várias novas peças na Loja Virtual cujo produto nos ajudará a financiar as esterilização dos muitos animais que estão a Aguardar Esterilização
Um abraço a todos e Feliz Ano Novo!"

Newsletter Animais de Rua, 2 de Janeiro 2008

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Terça-feira, Janeiro 01, 2008

Dia Mundial da Paz

2008 - Família Humana: Comunidade de Paz
(tema escolhido pelo Papa Bento XVI)

40º aniversário da celebração do primeiro Dia Mundial da Paz (1968-2008)

"Não existe um caminho para a paz; a paz é o caminho."
Mahatma Gandhi (2.10.1869 - 30.01.1948)

Give Peace a Change - 90's Various Artists

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