sexta-feira, 24 de novembro de 2006

Natal com Hans Christian Andersen
Até 7 de Janeiro de 2007
Casa-Museu Anastácio Gonçalves - Lisboa


"A Casa-Museu Anastácio Gonçalves assinala a época natalícia com uma exposição que remete para um dos universos mais fascinantes da literatura europeia: o de Hans Christian Andersen, cujos contos marcaram gerações sucessivas de leitores. Partindo do imaginário associado ao autor, 15 jovens artistas plásticos portugueses mostram as suas obras, entre pintura, ilustração e cerâmica, a que se juntam dezenas de recortes de papel de Andersen, em grande formato. Paralelamente à mostra decorrem diversas actividades, dirigidas a crianças e adultos, como ateliês de expressão artística e de recortes de papel, visitas guiadas, leitura de histórias e concertos.
O convite está feito. Aqui ficam algumas sugestões a que se pode associar no âmbito da exposição agora apresentada:
• Ateliers de Expressão Artística (Terça a Domingo)
• Ateliers de Recortes de Papel (Terça a Domingo)
• Conhecer obras de Pintura ao tempo de Christian Andersen na Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves
• Decorar a árvore… – A nossa árvore de Natal será decorada com recortes de papel feitos pelos visitantes
• Hora do conto… – Venha ouvir um conto de Andersen ou contar um aos seus amigos
• Concertos –5 de Dezembro e 6 de Janeiro"

Casa-Museu Anastácio Gonçalves
Endereço: Avenida 5 de Outubro, 6-8
Horários: Ter: 14h-18h Qua a Dom: 10h-18h
Telefone: 213 540 823
Internet: www.cmag-ipmuseus.pt
E-Mail: cmag@ipmuseus.pt
Acessos: Autocarros: 1, 20, 22, 27, 32, 36, 38, 44, 45, 49, 83, 90, 101 Metro: Picoas, Saldanha (Linha Amarela)

In Newsletter Agenda Cultural Lisboa - 23/11/2006

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

"A nossa geração quis dar o melhor às crianças e aos jovens. Sonhámos grandes sonhos para eles. Os melhores brinquedos, roupas, passeios e escolas. Não queríamos que andassem à chuva, se magoassem nas ruas, se ferissem com brinquedos caseiros e vivessem as dificuldades pelas quais passámos. Colocámos uma televisão na sala. Pais com mais recursos colocaram uma televisão e um computador no quarto de cada filho. Outros preencheram-lhes o tempo com actividades, matriculando-os em cursos de Inglês, Informática, Música. Tiveram uma excelente intenção, só não sabiam que as crianças precisam de ter infância, necessitam de inventar, correr riscos, decepcionar-se, ter tempo para brincar e encantar-se com a vida. Não imaginam o quanto a criatividade, a felicidade, a ousadia e a segurança do adulto dependiam das matrizes da memória e da energia emocional da criança. Não compreenderam que a televisão, os brinquedos manufacturados, a Internet e o excesso de actividades bloqueavam a infância dos seus filhos."

Augusto Cury
(Psiquiatra, escritor e cientista)
In Pais Brilhantes, Professores Fascinantes - Pergaminho

quarta-feira, 22 de novembro de 2006

terça-feira, 21 de novembro de 2006

Troca por Troca - uma comunidade que se interajuda através da troca directa de bens e serviços

"Novos rumos na Humanidade. Da intenção à intervenção, os dias cá se vão vivendo melhores. Exemplo fácil de seguir, comunidades solidárias e vidas facilitadas. O Trocal já se faz em Lisboa, no Porto e em Cascais, com grandes trocas para contar, sem euros à mistura.
Um site, uma base de dados, uma comunidade que se interajuda através da troca directa de bens e serviços. Chama-se Trocal, e temo-lo em Lisboa e no Porto, independentes mas em pleno funcionamento. O de Cascais anda "parado" mas espera-se que o ressuscitem, até porque há essa vontade. E como se organiza este universo de que todos podemos ser parte para dar e receber? Cada um regista-se, lista o que sabe fazer ou tem para troca, e sempre que precisa faz o apelo a todos ou a alguém em especial da Base de Dados que se coadune com o pedido, por e-mail ou por telefone. O sistema não implica o uso de dinheiro - é uma das premissas importantes.
Como explica o Trocal do Porto, "a sua utilização baseia-se na honestidade e cooperação. É um compromisso de troca, o depósito de confiança noutro membros. Cada um é livre de trocar o que quiser, com o membro que desejar." "O Trocal não existe para benefício de grupos políticos ou classes sociais, nem de uma área geográfica, pode ser implementado em qualquer lugar, e todos aqueles que o desejarem podem participar!". Além dos "negócios", convive-se, conhecem-se pessoas, trocam-se ideias e alargam-se horizontes. O Trocal de Lisboa reúne-se com regularidade, todos os desafios para se juntarem são bem-vindos e as trocas até agora operadas são das mais diversas. A minha primeira experiência foi albergar um "cãozarrão" simpático, enquanto a sua dona se deslocou em trabalho, por dois dias. Aulas de viola em troca de pinturas. Tratar do jardim em troca de sessões de Yoga. Acolher alguém enquanto procura casa em troca de limpeza doméstica, babysitting, explicações de matemática...
Assim, leitores de Lisboa e do Porto, o Trocal está à disposição para anunciarem as vossas ofertas e necessidades. No resto do País, mãos à obra! Visitem as páginas, falem com os respectivos webmasters, peçam ajuda e lutem também para que a comunidade em que vivem dependa cada vez menos de dinheiro e mais da ajuda do próximo de uma forma justa."

TLX - Trocal de Lisboa
Tm.: 960042187 (Zeca)
E-mail: tlx@mutualaid.org
Site: http://tlx.mahost.org
Trocal do Porto
Tm.: 965545519 (Pedro) ou 937267541 (Diana)
E-mail: trocalporto@pegada.net
Site: www.trocalporto.pegada.net

In Revista Blue Living - Novembro 2006

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Fabrica da Ikea em Paços de Ferreira
(Eu subscrevo integralmente este comunicado!)

"A Campo Aberto assinou recentemente este comunicado:
CONVERGIR - Plataforma de associações cívicas do Noroeste/Norte de Portugal em matéria de ambiente, urbanismo e ordenamento do território
Em nome de um modelo social e económico assente na sustentabilidade, a Plataforma Convergir não pode deixar de se opor à recente decisão do Grupo IKEA, há dias anunciada, de instalar as suas projectadas fábricas à custa da destruição de cerca de 50 hectares de Reserva Ecológica Nacional.
Apesar de existirem alternativas, não estando pois em causa a viabilização do empreendimento, o Grupo IKEA optou por negar clamorosamente na prática as suas proclamadas intenções de respeitar o ambiente e a natureza nas suas actividades empresariais, expondo assim ao desmentido e ao ridículo a sua tão cuidada imagem «verde».
Mas, obviamente, os principais responsáveis são as autoridades e instituições nacionais que consentiram em mais uma operação de destruição de áreas naturais protegidas, designadamente o Governo, a Câmara Municipal de Paços de Ferreira e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.
Mais uma vez, o Governo autorizou a que se suspenda a lei (neste caso o Plano Director Municipal de Paços de Ferreira, além da desanexação da REN) para permitir a destruição daquilo que a lei protege. Casos recentes como o Centro Comercial Nassica ou a Lactogal, ambos licenciados à custa da destruição de áreas consideráveis da Reserva Agrícola Nacional no concelho de Vila do Conde, juntamente com diversos outros casos semelhantes pelo país fora, consumados ou previstos, banalizam o recurso à excepção à lei, a ponto de se poder dizer que a excepção à regra se está a tornar na regra da excepção. Com isso, o Governo, que apregoa a necessidade de uma firme política de ordenamento do território, torna a lei o motor da sua própria subversão e o ordenamento uma simples tirada retórica.
Não pode esquecer-se, neste contexto, a responsabilidade da Comissão de Coordenação /Norte que, contra toda a lógica, e ciente da oferta do município de Paredes de alojar as referidas fábricas em zona já infraestruturada e que não provocaria nova destruição de valores naturais, emitiu parecer favorável, atrás do qual se escuda o Governo, à desanexação de uma zona de protecção de cabeceiras de água e dotada de povoamentos de sobreiros, espécie protegida por lei. Tanto mais extraordinário quanto a CCDRN integra a ex-Direcção Regional do Ambiente, a quem caberia o papel principal na defesa dos referidos valores.
A região Norte do País, deprimida social e economicamente em relação à média nacional, necessita certamente de uma resposta a essa depressão. Tal resposta, no entanto, sob risco de se tornar ilusória, efémera e contraproducente, tem que assentar firmemente nos valores da sustentabilidade.
Se necessitamos de investimento e emprego, também não podemos dispensar a firme protecção dos solos, da biodiversidade, das paisagens e das nascentes das linhas de água. O Norte necessita de um modelo que aposte nos investimentos e no emprego que valorizem os seus recursos naturais fundamentais, não que promovam a sua destruição. A criação de riqueza económica através da destruição irreversível de riqueza natural tão ou mais valiosa prepara a prazo a desertificação e a pobreza para os nossos filhos e os nossos netos.
A Plataforma Convergir, e designadamente as associação ALDEIA - Acção, Liberdade, Desenvolvimento, Educação, Investigação, Ambiente, a APRIL - Associação Política Regional de Intervenção Local, a Associação dos Amigos do Mindelo, a Associação dos Amigos do Rio Ovelha, a Campo Aberto - associação de defesa do ambiente, o FAPAS - Fundo de Protecção dos Animais Selvagens, o GAIA - Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, a Liga Portuguesa de Profilaxia Social, o NDMALO - Núcleo de Defesa do Meio Ambiente de Lordelo do Ouro, o Núcleo do Porto da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, e a Vento Norte - Associação de Defesa do Ambiente e Ocupação dos Tempos Livres, que subscrevem este comunicado, apoiam ainda em conjunto a posição recentemente tomada sobre este assunto pela Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, inclusive o eventual recurso a acção judicial que anule esta infracção às regras básicas do ordenamento do território."

Porto, 2 de Novembro de 2006
http://campoaberto.pt
Para mais informações:
Leonor Costa Pinto 931 620 212

In blog: http://campoaberto.pt/node/1483?PHPSESSID=73a394b1c1d024820db1bd41343a1dff

domingo, 19 de novembro de 2006

Recebi esta receita e achei que ficaria um bolo interessante porque nunca tinha utilizado Cenoura com Amêndoa.
É fácil de fazer e fica saboroso.
Entre parêntesis algumas dicas para melhores resultados.

Bolo de Cenoura e Amêndoa

Ingredientes
5 ovos (à temperatura ambiente)
1 chávena de amêndoa ralada
1 chávena de cenoura crua ralada
1 chávena de açúcar mascavado (utilizei açúcar amarelo)
1 chávena de farinha (utilizei farinha para bolos, já com fermento)
1 colher de chá de fermento em pó (não utilizei porque a farinha já tinha fermento)
3 colheres de sopa de leite (à temperatura ambiente)

Preparação
Misture os ovos (só as gemas) com o açúcar (bater 15 minutos).
Junte a farinha peneirada com o fermento.
Adicione o leite e por fim a cenoura e amêndoa (bater bem).
(Por último, envolva cuidadosamente, com uma colher de pau, as claras batidas em castelo na massa).
(O forno deverá ser pré-aquecido, ligar o forno 15-20 minutos antes de colocar a forma).
Coloque a massa numa forma untada (e forrada com papel vegetal) e leve ao forno a 180ºC entre 30 a 40 minutos (fazer o teste do palito para ver se o bolo está cozido, porque o tempo mencionado na receita varia consoante o tipo de forno).

In site: http://www.sidul.pt/SidulSores/Receitas/default.htm