segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Sabia que pequenos passos podem fazer toda a diferença para uma vida mais saudável? Experimente em 2013!

post repetido

No Ano Novo Vou Fazer...

  • Alimente-se de forma saudável. É fácil fazer uma alimentação variada e equilibrada: basta respeitar a pirâmide dos alimentos. Dê preferência a legumes, leguminosas, frutos e cereais integrais. Faça uma refeição vegetariana pelo menos uma vez por semana (ou mais!).
  • Viva mais e melhor! Para além de uma alimentação saudável, inclua o exercício físico nos seus hábitos diários. É essencial para uma melhor qualidade de vida, pois ajuda a combater o stress e prevenir doenças.
  • Ingira muitos líquidos ao longo do dia: faz parte de um estilo de vida saudável. Para além da água, existem sumos de frutos, água de coco, tisanas e chás, repletos de nutrientes, como os antioxidantes, que nos protegem.
  • Durma bem. Um sono repousante é essencial para enfrentar as tarefas do dia-a-dia. Cada indivíduo tem uma necessidade de sono diferente. Respeite a sua.
  • Aprecie o verdadeiro sabor dos alimentos e opte pela agricultura biológica. A diferença não está apenas no sabor. Os alimentos são mais nutritivos, seguros e, ao mesmo tempo, também ajuda a conservar o ambiente.
  • Cuide de si. Os cosméticos naturais e biológicos oferecem uma garantia de qualidade, por não conterem muitas das substâncias que são normalmente responsáveis pelas alergias. Além, disso, não são testados em animais!
  • Exercite a mente. Adquira hobbies estimulantes, reforce laços familiares e de amizade. Aprenda a lidar com o stress e a ansiedade. A saúde mental é essencial.
  • Lute contra o pessimismo. Os problemas existem. A diferença reside na forma como lidamos com eles! Encare as adversidades de forma positiva.
  • Enfrente a realidade. A preservação do meio ambiente não é um problema do futuro! Faça todos os dias algo que proteja o ambiente: ande a pé ou de transportes, poupe água e luz, use energias renováveis, use detergentes mais ecológicos, proteja a biodiversidade, etc..
  • Incondicional! Este é o tipo de carinho e amor que um animal de estimação pode dar. Ajude a acabar com um dos maiores flagelos actuais e adopte um animal. Caso não possua, ajude as muitas associações que, diariamente, lutam com dificuldades para cuidar de animais abandonados.
  • Reduzir, reutilizar e reciclar. Os três Rs há muito que estão na ordem do dia! Aprenda a poupar e reduza a quantidade de materiais em tudo o que adquire. Por exemplo, se tem roupas ou objectos que não necessita dê a alguém que os possa reutilizar. Separe sempre os resíduos.
  • Ocupe os tempos livres num trabalho voluntário. Contribua não apenas nas épocas festivas. Existem pessoas e associações carenciadas que atravessam dificuldades todos os dias do ano.

in Revista Vida Celeiro, n.º 8 – Inverno 2010

domingo, 30 de dezembro de 2012

As imagens da semana



Sísifo

Recomeça….
Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças…

Miguel TorgaDiário XIII

sábado, 29 de dezembro de 2012

O Natal em que fiquei rica

Ser pobre e satisfeito é ser rico. E bastante rico.
William Shakespeare

Havia uma árvore naquele Natal. Não tão grande e frondosa como outras, mas estava pejada de enfeites e tesouros e resplandecia de luzes. Havia presentes, também. Alegremente embrulhados em papel vermelho ou verde, com etiquetas coloridas e fitas. Mas não tantos presentes como de costume. Eu já tinha reparado que a minha pilha de presentes era muito pequena.
Nós não éramos pobres. Mas os tempos eram difíceis, os empregos escassos, o dinheiro à justa. A minha mãe e eu partilhávamos uma casa com a minha avó e com os meus tios. Naquele ano da Depressão, toda a gente espaçava refeições, levava sanduíches para o trabalho e ia a pé para poupar nos bilhetes de autocarro. Anos antes da Segunda Guerra Mundial, já vivíamos no dia-a-dia, como muitas outras famílias, o que então se iria ouvir como slogan: “Usa-o, aproveita-o ao máximo; faz com que funcione, ou passa sem ele.”
Havia poucas escolhas. Compreendia pois porque era tão pequeno o meu monte de presentes. Compreendia, mas sentia, ainda assim, uma ponta de pesar à mistura com um complexo de culpa. Sabia que não poderia haver surpresas empolgantes naquelas poucas caixas vistosamente embrulhadas. E sabia que uma delas tinha um livro. A minha mãe arranjava sempre um livro para mim. Mas nada de vestidos novos, camisolas ou um roupão acolchoado e quentinho. Nenhum dos miminhos tão desejados na altura do Natal…
Havia uma caixa com o meu nome da parte da minha avó. Guardei-a para o fim. Talvez fosse uma camisola nova, talvez um vestido — um vestido azul. A minha avó e eu gostávamos ambas de lindos vestidos e de todas as tonalidades de azul. Soltando os devidos “Ohs” e “Ahs” ao ver a aromática barra de sabonete feito de mel, as luvas vermelhas, o já esperado livro (um novo da Nancy Drew!), rapidamente cheguei àquele último embrulho. Dei por mim a sentir uma centelha do entusiasmo do Natal… Era uma caixa bastante grande. Com vergonha de mim mesma por ser tão gananciosa, por esperar receber um vestido ou uma camisola (mas esperando na mesma!), abri a caixa.
Meias! Só meias! Soquetes, meias altas, até mesmo um par daquelas meias horrorosas de algodão branco que estavam sempre a escorregar e se enrodilhavam em volta dos joelhos.
Esperando que ninguém tivesse dado conta do desapontamento, peguei num dos quatro pares e agradeci à minha avó, com um grande sorriso. Ela também sorria. Não com o seu sorriso educado e distraído de “Sim, querida,” mas com o seu sorriso feliz e radiante, de “Isto são coisas importantes para uma mulher!” Será que me esquecera de alguma coisa? Olhei de novo para a caixa no chão — nada, a não ser as meias. Só que agora eu conseguia ver que havia outro par por debaixo do que eu tinha pegado. Duas camadas de meias. E mais uma! Três camadas de meias!
A sorrir de verdade, comecei a retirá-las da caixa. Meias cor-de-rosa, meias brancas, meias verdes, meias de todos os tons inimagináveis de azul. Toda a gente estava a olhar, rindo comigo, enquanto eu atirava as meias ao ar e as contava. Doze pares de meias!
Levantei-me e dei um abraço tão apertado à minha avó que até nos doeu às duas. “Feliz Natal, menina Joan!” disse ela. “Agora, todos os dias, terás muitas escolhas a fazer. Estás rica, minha querida! ” E era verdade. Naquele Natal e durante todo o ano, todas as manhãs, eu escolhia do meu elegante armário da roupa interior qual o par de meias a usar. E sentia-me rica. E ainda sinto!
Mais tarde, a minha mãe disse-me que a minha avó tinha andado a esconder aquelas meias durante quase um ano — poupando todas as moedinhas, comprando um par de cada vez. Um dia, tendo visto um lindo par de meias azuis com as beiras elásticas bordadas à mão, ela pedira mesmo ao compreensivo vendedor para deixar um sinal a reservá-las durante três semanas.
Dentro daquela caixa estava embrulhado um ano de amor.
Foi um Natal que eu nunca esquecerei.
A prenda da minha avó mostrou-me como as pequenas coisas podem ser importantes.
E como o amor nos faz a todos imensamente ricos.

Joan Cinelli
Jack Canfield & Mark Victor Hansen
Chicken Soup for the Soul – Christmas Cheer
Chicken Soup for the Soul Publishing, LLC, 2008
(Tradução e adaptação)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Sangue no Telemóvel - Documentário PT

http://www.youtube.com/watch?v=HJjRN1brYfs

Milhões de vidas do Congo são tiradas por causa do comércio do COLTAN.

Rezar é ficar em silêncio e estar em silêncio

Quando a minha oração se foi tornando cada vez mais devota, comecei a ter cada vez menos o que dizer. Por fim, fiquei em silêncio total. Tornei-me no que porventura ainda é um grande oponente à conversa, tornei-me em alguém que escuta. Inicialmente pensava que rezar era falar; aprendi, porém, que rezar não é apenas ficar em silêncio, mas escutar. Então é assim: rezar não é apenas ouvirmo-nos a falar. Rezar é ficar em silêncio e estar em silêncio, e esperar até que o Deus que reza escute.

Kierkegaard

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

My Umbrella

http://myumbrella.pt

O Inverno já chegou e não há como fugir dela, da chuva. Pouca gente gosta de andar com acessórios para se abrigarem das águas frias desta estação mas isso é porque não conhecem a My Umbrella com chapéus originais que dizem muito sobre quem os usa. Os desenhos são impressos por processo serigráfico manual com tintas amigas do ambiente e as aplicações são cosidas à mão. Há chapéus transparentes, coloridos e outros mais discretos. O mais leve pesa menos de 200 gramas e o mais pesado anda pelos 260 gramas. E vai ser como diz a sua criadora “como num dia de chuva ele se pode tornar um pequeno raio de sol.”

in Lifecooler

Fortalezas da costa norte abertas a visitas

http://www.portoenorte.pt

O Turismo do Porto e Norte lançou uma nova brochura turística dedicada às Fortalezas da Costa Norte de Portugal. Com 46 páginas, disponibiliza informações detalhadas sobre estes locais históricos à beira mar e respetivas zonas envolventes. Os monumentos passam também a estar abertos ao público para visitas, numa iniciativa que pretende dinamizar o turismo costeiro e ligado ao mar.

Tome nota das 10 fortalezas:
Fortaleza de Caminha
Forte da Ínsua (Moledo)
Forte da Lagarteira (Vila Praia de Âncora)
Fortaleza de Santiago da Barra (Viana do Castelo)
Fortaleza de São João Baptista (Porto)
Forte de São Francisco Xavier (Porto)
Fortaleza de Nossa Senhora das Neves (Matosinhos)
Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição (Póvoa de Varzim)
Forte de São João Baptista (Vila do Conde)
Forte de Esposende

in Lifecooler

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Nata Lisboa abre na Bica

Quentes, estaladiços, ligeiramente queimados e com muita canela. A segunda loja da marca NATA Lisboa, um conceito dedicado à divulgação do pastel de nata português, acaba de abrir no nº 18 da Calçada do Combro, junto ao Elevador da Bica. Depois da abertura da primeira loja, no Príncipe Real, no início do verão, este segundo espaço vai estar aberto todos os dias, como convém. De segunda a quinta das 8h às 22h e à sexta e ao sábado até às 02h. Ao domingo também há pastéis a sair, entre as 10h e as 18h. Um por dia, mal não lhe fazia.

in Lifecooler

ALAAR Festas doces

Chamada Solidária: 760 303 160 (custo 0,60 eur + IVA)
ALAAR - Associação Limiana dos Amigos dos Animais de Rua
Tlm. 962323356
alaarpl@gmail.com
http://www.alaar.com  

 

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

O Nascimento de Jesus

post repetido

Por aqueles dias, saiu um édito da parte de César Augusto, para ser recenseada toda a terra. Este recenseamento foi o primeiro que se fez, sendo Quirino governador da Síria. E iam todos recensear-se, cada qual à sua própria cidade. Também José deixando a cidade de Nazaré, na Galileia, subiu até à Judéia, à cidade de David, chamada Belém, por ser da casa e da linhagem de David, a fim de recensear-se com Maria, sua mulher, que se encontrava grávida. E quando eles ali se encontravam, completaram-se os dias de ela dar à luz e teve o seu filho primogénito, que envolveu em panos e recostou numa manjedoira, por não haver lugar para eles na hospedaria. Na mesma região encontravam-se pastores, que pernoitavam nos campos guardando os seus rebanhos durante a noite. O anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu em volta deles, e tiveram muito medo. Disse-lhes o anjo: “Não temais, pois vos anuncio uma grande alegria, que o será para todo o povo: Hoje, na cidade de David, nasceu-vos um Salvador, que é o Messias, Senhor. Isto vos servirá de sinal para o identificardes: encontrareis um Menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.” De repente, juntou-se ao anjo uma multidão de exército celeste, louvando a Deus e dizendo: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de Seu agrado.” Quando os anjos se afastaram em direcção ao Céu, os pastores disseram uns aos outros: “Vamos então até Belém e vejamos o que aconteceu e que o Senhor nos deu a conhecer.” Foram apressadamente e encontraram Maria, José e o Menino, deitado na manjedoura. E quando os viram, começaram a espalhar o que lhes tinham dito a respeito daquele Menino. Todos os que os ouviram se admiraram do que lhes disseram os pastores. Quanto a Maria, conservava todos essas coisas ponderando-as no seu coração. E os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, segundo lhes fora anunciado.

Lucas 2,1-20

domingo, 23 de dezembro de 2012

Poema de Natal

Retábulo (1954)

Estranho Menino Deus é o dum poeta!
O que nasce e renasce há muitos anos
Na minha noite de Natal, fingida,
Mal corresponde à imagem conhecida
Das sucursais do berço de Belém.
É uma criança tímida que vem
Visitar os meus sonhos, e, ao de leve,
Com mãos discretas, tece
Um poema de neve
Onde depois se deita e adormece.

Miguel Torga

sábado, 22 de dezembro de 2012

O Espírito do Natal

Estava o Senhor Teotónio, que era rico, muito gordo e grande fumador de charutos, a carregar o carro com os presentes que passara a manhã a comprar para os filhos, para os sobrinhos e para as muitas pessoas com quem fazia negócios, quando se aproximou dele um homem pobre, idoso e magro, que prontamente obteve dele esta resposta:
Comigo não perca tempo porque não tenho dinheiro trocado, nem alimento falsos mendigos. 
Mas eu não lhe pedi nada — respondeu o homem idoso serenamente, com um sorriso que desarmou o Senhor Teotónio e a sua bazófia de novo-rico.
Então se não me quer pedir nada, por que motivo está tão perto de mim enquanto eu carrego o meu carro? — perguntou o Senhor Teotónio entre duas baforadas de charuto que fizeram o homem idoso e magro tossir convulsivamente.
Estou aqui, meu caro senhor — respondeu ele, já refeito da tosse — para tentar perceber o que as pessoas dão umas às outras no Natal.
Com que então — concluiu ironicamente o Senhor Teotónio, grande construtor civil com interesses de norte a sul do País — temos aqui um observador! Deve ser, certamente, de uma dessas organizações internacionais que nós pagamos com o nosso dinheiro e que não sabemos bem para que servem.
Está muito enganado. Mas já agora responda à minha pergunta: o que é que as pessoas dão umas às outras no Natal? — insistiu o homem pobre, idoso e magro.
Bem, se quer mesmo saber, eu digo-lhe. Quem tem posses como eu pode comprar uma loja inteira, deixando toda a gente feliz, a começar nos comerciantes e a acabar nas pessoas que vão receber os presentes. Quem é pobre como você fica a assistir. Percebeu a diferença?
O homem magro e idoso reflectiu uns instantes sobre a resposta seca e sarcástica do Senhor Teotónio e depois respondeu-lhe com uma nova pergunta:
Então e o espírito do Natal?
O que vem a ser isso do espírito do Natal? — quis saber, cheio de curiosidade, o Senhor Teotónio.
O espírito do Natal — respondeu o homem idoso e magro — é aquilo que nos vai na alma nesta altura do ano e que está muito para além dos presentes que damos. Para muitas pessoas, o melhor presente pode ser um telefonema, uma carícia ou um telefonema quando se está só.
Era só o que me faltava — desabafou, enfastiado, o Senhor Teotónio, enquanto arrumava os últimos presentes na mala do automóvel — ter agora um filósofo, ainda por cima vagabundo, para aqui a debitar sentenças.
O homem magro e idoso afastou-se do carro, mostrando que não queria esmolas nem qualquer outra coisa que lhe pudesse ser dada pelo Senhor Teotónio, e encaminhou-se para um grupo de crianças que o esperavam.
Quando o Senhor Teotónio passou por eles no carro, ouviu uma voz de criança a dizer:
Vamos, Espírito do Natal, porque hoje ainda temos muito que fazer.
Dizendo isto, o grupo ergueu-se no ar a esvoaçar com destino incerto, largando um pó luminoso enquanto ganhava altura no céu cinzento de Dezembro.

José Jorge Letria
A Árvore das Histórias de Natal
Porto, Ambar, 2006

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

A Better Place | Playing For Change

http://www.youtube.com/watch?v=ZVHOqrw3Jks

Porque acredito que podemos fazer um Mundo Melhor!

Desiderata

Siga tranquilamente entre a inquietude e a pressa,
lembrando-se de que há sempre paz no silêncio.
Tanto quanto possível sem humilhar-se, mantenha-se
em harmonia com todos que o cercam.
Fale a sua verdade, clara e mansamente.
Escute a verdade dos outros, pois eles também têm a sua própria história.
Evite as pessoas agitadas e agressivas: elas afligem o nosso espírito.
Não se compare aos demais, olhando as pessoas como superiores ou inferiores a você:
isso o tornaria superficial e amargo.
Viva intensamente os seus ideais e o que você já conseguiu realizar.
Mantenha o interesse no seu trabalho,
por mais humilde que seja,
ele é um verdadeiro tesouro na contínua mudança dos tempos.
Seja prudente em tudo o que fizer, porque o mundo está cheio de armadilhas.
Mas não fique cego para o bem que sempre existe.
Em toda parte, a vida está cheia de heroísmo.
Seja você mesmo.
Sobretudo, não simule afeição e não transforme o amor numa brincadeira,
pois, no meio de tanta aridez, ele é perene como a relva.
Aceite, com carinho, o conselho dos mais velhos
e seja compreensivo com os impulsos inovadores da juventude.
Cultive a força do espírito e você estará preparado
para enfrentar as surpresas da sorte adversa.
Não se desespere com perigos imaginários:
muitos temores têm sua origem no cansaço e na solidão.
Ao lado de uma sadia disciplina conserve,
para consigo mesmo, uma imensa bondade.
Você é filho do universo, irmão das estrelas e árvores,
você merece estar aqui e, mesmo se você não pode perceber,
a terra e o universo vão cumprindo o seu destino.
Procure, pois, estar em paz com Deus,
seja qual for o nome que você lhe der.
No meio do seu trabalho e nas aspirações, na fatigante jornada pela vida,
conserve, no mais profundo do seu ser, a harmonia e a paz.
Acima de toda mesquinhez, falsidade e desengano,
o mundo ainda é bonito.
Caminhe com cuidado, faça tudo para ser feliz
e partilhe com os outros a sua felicidade.

Max Ehrmann (1872-1945)

* Desiderata (que significa aspirações em latim) é de autoria do escritor americano Max Ehrmann, nascido em uma família de origem alemã em Terre Haute, Indiana, no dia 26 de setembro de 1872. Formado pela DePauw University e tendo estudado Direito e Filosofia em Harvard por dois anos, ele tornou-se promotor público e posteriormente passou a administrar os negócios da família. Aos quarenta anos decidiu dedicar-se exclusivamente à escrita. Veio a falecer em Terre Haute no dia 9 de setembro de 1945.
Escrito em 1927, Desiderata é certamente o trabalho mais conhecido de Ehrmann. Em 1956 o pároco da igreja de St. Paul em Baltimore imortalizou o poema ao reproduzi-lo em um panfleto mimeografado para os seus fiéis. Posteriormente, alguém que o retransmitiu não incluiu os créditos originais, erroneamente citando o poema como tendo sido "achado na Igreja de Saint Paul em Baltimore, datado de 1692". O ano de 1692 marca na verdade a fundação da igreja de Saint Paul, não guardando nenhuma relação com o poema.

in Para Aquecer o Coração

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Talho vegetariano

Telefone: +(351) 214 189 387
Telemóvel: +(351) 961 666 695
http://talhovegetariano.pt

Pontos de Venda: http://talhovegetariano.pt/lojas

Reportagem SIC para ver aqui

Parece frango, sabe a frango mas não é sequer carne. Neste talho vegetariano nada é o que parece. Todos os produtos são feitos a partir de soja e tremoço orgânico, não utilizam produtos geneticamente modificados e não usam químicos. O conceito nasceu na Holanda em 2010 e chegou há pouco tempo a Portugal. É deste país europeu que vêm as shoarmas e os croquetes de tremoço entre outras delícias. As “carnes” estão divididas entre as exclusivas para vegans e as que têm proteínas de leite. O Talho Vegetariano é o único exportador destes produtos para Portugal que são depois espalhados por diversas lojas. Fáceis de preparar são saudáveis e enganam o “carnívoro” mais empedernido.

in Lifecooler

Dez irresistíveis padarias em Lisboa e no Porto

De sementes, claro, escuro, integral ou biológico, nacional ou francês: há muita variedade para diferentes taras e manias.
É o boom do regresso às nossas origens e da redescoberta das padarias que aliam as receitas e ingredientes tradicionais às técnicas mais avançadas do fabrico de pão. Depois de nos cansarmos do facilitismo de comprar tudo nas grandes superfícies, volta o gostinho pela “ida ao pão”, numa padaria, ali ao virar da esquina, quente e acolhedora, onde já sabem o que os clientes querem. As novas padarias cresceram como cogumelos nos últimos anos e colmatam uma necessidade que voltou a fazer parte do quotidiano: comprar pão fresco.
 
LISBOA

Quinoa
Horário: De segunda a sexta, das 08:30 às 20:00. Sábado das 10:00 às 20:00. Domingo das 10:00 às 19:00.
Rua do Alecrim 52-54, 1200-018 Lisboa
Tel.: (+351) 213 479 326
http://www.quinoa.com.pt
Durante muitos anos, o edifício onde hoje mora a Quinoa foi um antiquário. Hoje em dia é, entre outras coisas, uma padaria biológica. Fabricam ali todas as manhãs cerca de dez variedades de pães: bola de água, pão de centeio com sementes e especiarias, pão de aveia, de passas e nozes, e também, como não poderia deixar de ser, pão de quinoa. Funciona também como casa de chá, com uma carta composta por vinte chás; e como pastelaria de fabrico próprio.

Trigo Doce
Rua Actor Isidoro, 20 ABC, 1900-018 Lisboa
Tel.: (+351) 218 480 497
http://www.facebook.com/trigodoce
O nome Trigo Doce faz adivinhar o que este espaço tem para oferecer. Nesta padaria, que também é pastelaria, fabrica-se pão caseiro, que está sempre a sair, quente. Existe variedade para diferentes gostos: desde o famoso pão de azeitonas, a broa de milho, o pão de mafra, o pão alentejano, pão árabe e pão de centeio.
 
Tartine
Horário: Segunda a sexta das 08:00 às 20:00, sábados e feriados das 10:00 às 20:00.
Rua Serpa Pinto 15 A, 1200-000 Lisboa
Tel.: (+351) 213 429 108
http://www.tartine.pt
Tartine é um espaço que se dedica aos prazeres da panificação e da doçaria. Aqui reinam as variedades de pão para venda ou consumo no momento, no pequeno-almoço, lanche ou brunch. O ex-líbris da casa é, como o próprio nome faz adivinhar, a tartine, um género de sanduiche aberta.
 
O Moleiro
Horário: Segunda a sexta, das 07:30 às 22:00, sábados e feriados, das 08:30 às 22:00.
Rua do Século, 238, 1200-439 Lisboa
Tel.: (+351) 213 466 199
Na movimentada rua do Século, entre o Príncipe Real e o Bairro Alto, fica a padaria O Moleiro, que funciona de manhã à noite. Para além dos deliciosos pães de trigo e centeio, servem hambúrgueres, francesinhas e ainda bolos.
  
Eric Kayser (Chiado)
Horário: Todos os dias das 07:30 às 20:30.
Rua do Carmo 70, 1200-094 Lisboa
Tel.: 211 927 894
http://www.facebook.com/pages/Eric-Kayser-Portugal/192469180802557
Eric Kayser ressuscitou o espaço onde residia a antiga Livraria Portugal e trouxe para o Chiado as receitas francesas de pães e doçaria, que fazem as delícias dos que andam pela zona das Amoreiras. São servidos pequenos-almoços, lanches e brunches num ambiente tranquilo e com vista directa para os bastidores da padaria – a cozinha, onde tudo acontece. O fundador da cadeia Eric Kayser, sua homónima, descobriu um fermento líquido que é o segredo que continua a usar na confecção dos seus produtos.
 
A Padaria Portuguesa (Largo Camões)
Horário: Domingo a quinta, das 07:30 às 20:00; de quinta a sábado, das 07:30 às 23:00.
Praça Luís de Camões 44, 1200-243 Lisboa
Tel.: (+351) 213 426 346
http://www.apadariaportuguesa.pt
No Largo de Camões nasceu em Julho umas das mais novas casas desta cadeia com lojas espalhadas por toda a cidade. Ao todo são mais de trinta variedades de pão fresco e caseiro, pastelaria variada, bolos e biscoitos, que a Padaria Portuguesa tem para oferecer. Aqui o pão quente é enaltecido, e a estrela da doçaria são os gulosos pães de deus. A decoração é inspirada em pormenores tradicionais integrados num look moderno.

La Boulangerie by Stef
Horário: Segunda das 12:00 às 20:00; terça a sexta, das 09:00 às 20:00; sábado das 10:00 às 20:00 e domingo das 11:00 às 16:00.
Morada: Rua da Madalena 57, 1100-318 Lisboa
Tel.: (+351) 936 155 742
http://www.laboulangeriebystef.com
Detentora de um ambiente acolhedor e reconfortante, a padaria La Boulangerie by Stef dedica-se aos sabores da panificação francesa mas não só. Algumas especialidades da casa são os pães gruyere com paprica, de centeio com limão ou centeio com figo, ou as baguettes do mundo de pesto e parmesão, especiarias marroquinas, mostarda, alho e ervas finas ou soja e sementes de sésamo e ainda os cakes de figo com pancetta ou chèvre com coppa. Existem outras delícias caseiras de origem bem portuguesa. Servem ainda refeições ligeiras à base de tartines, hambúrgueres ou ainda os brunches completos, compostos por pães variados, ovos mexidos, salada, chá e um copo de vinho.
 
Ratton, a Padaria
Horário: Todos os dias das 08:00 às 20:00.
Largo Duque Cadaval, Loja D, 1200-160 Lisboa
Tel.: (+351) 213 432 399
http://www.grupodocadesanto.com/pt/ratton/a-padaria
A padaria Ratton comercializa pães dignos de serem chamados de “antigamente”, já que na sua confeção utilizam apenas farinha biológica, moída na pedra. Os pães são aromatizados, levedados e perfumados, e levados a cozer no forno a lenha.

PORTO
 
Padaria Ribeiro
Horário: Segunda a sábado das 07:00 às 20:00.
Praça Guilherme Gomes Fernandes, 21-27, 4050-294 Porto
Tel.: (+351) 222 005 067
http://www.padariaribeiro.com
Na Padaria Ribeiro a tradição remonta ao século XIX, altura em que a actual praça Guilherme Gomes Fernandes era conhecida como a Praça do Pão ou a Praça da Feira do Pão. O espaço está sempre bem recheado de gente ansiosa por levar consigo um dos pecados da casa: pão e pastelaria quente. Uma das apostas fortes da Padaria Ribeiro, que acabou por incrementar o seu sucesso, foi a introdução do sistema de fornadas sucessivas de pão e bolos.

Confeitaria do Bolhão
Horário: Domingo a sexta das 07:00 às 21:00 e sábado das 07:00 às 19:30.
Rua da Formosa, 339, 4000 -252 Porto
Tel.: (+351) 223 395 220
http://www.confeitariadobolhao.com
Fundada em 1896 na Baixa Portuense, onde, na altura, recebia logo pela manhã as classes mais abastadas do Porto, para tomarem o pequeno-almoço. Hoje em dia a Confeitaria do Bolhão constitui uma padaria e pastelaria de tradição, com fabrico próprio e fornadas a sair durante todo o dia. Aqui encontra-se uma grande diversidade de pães, como o pão de trigo, centeio, integral, popcorn e milho.
 
in Myguide.pt

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Roteiro de Actividades em Família

Especial férias de Natal
Estrelas&Ouriços
Dezembro 2012

Download gratuito:
http://issuu.com/estrelaseouricos/docs/eeo_dez12_inssue?mode=window&backgro

Estrela

Que a Tua estrela nos encontre disponíveis
para a viagem
mesmo sem que percebamos tudo

Que o seu brilho nos torne pacientes
com as coisas não resolvidas do nosso coração
e nos ajude a amar as difíceis questões
que por vezes a noite, por vezes o dia
segredam pelo tempo fora

Que a Tua estrela nos faça reconhecer
que nunca é tarde
para que se tornem de novo ágeis e sonhadores
os nossos passos cansados
pois nós próprios nos tornamos em estrelas
quando arriscamos perpetuar
a Tua luz multiplicada

José Tolentino Mendonça

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Para Reciclar

  1. Os jornais, as revistas, os cadernos usados, as pilhas, os plásticos, as latas de refrigerantes e das conservas, o ferro, o vidro e outros materiais podem ser reciclados e deverão ser colocados em locais próprios de forma separada para poderem ser recolhidos selectivamente.
  2. Antes de colocar o papel nos locais onde pode ser reciclado, verifique se está escrito dos dois lados.
  3. Arranje um local de sua casa para guardar os jornais velhos e leve-os periodicamente a um centro de recolha de papel.
  4.  As pilhas que já não servem devem ser colocados nos recipientes próprios, de onde são levadas para reciclar.
  5.  Não deite garrafas ou outros utensílios de vidro para o lixo. Junte-os e coloque-os nos locais a partir dos quais são recolhidos para poderem ser reciclados.
  6. Os funcionários de qualquer escritório deitam para o lixo, anualmente, cerca de 500 kg de material reciclável de primeira qualidade. No seu escritório proponha separar o papel que pode ser reciclado e ofereça-se para periodicamente ir ao papelão colocar o papel acumulado.
  7. A energia que se poupa ao reciclar uma lata de refresco pode fazer funcionar um televisor durante três horas. Quando utilizar uma lata, lave-a e ponha-a num sítio onde possa ser reciclada.
  8. A energia economizada com a reciclagem de uma única garrafa de vidro é suficiente para manter acesa uma lâmpada de 100 w durante quatro horas.
  9. Tente utilizar baterias que possam ser recarregadas. Cada bateria contém componentes poluentes, que degradam a área onde são despejadas. Caso não sejam recarregáveis, envie-as para as empresas fabricantes, o que poderá encorajá-las a reciclar.
  10. Cada tonelada de aço reciclado representa uma economia de 1140 kg de minério de ferro, 454 kg de carvão e 18 kg de cal.
  11. A produção de alumínio a partir de ferro-velho despende menos 95% de energia do que a partir do minério. Promova a reciclagem deste material.
  12. Não queime o seu lixo. A queima dos produtos produz gases tóxicos, que contaminam o meio ambiente. Em vez disso faça a separação do lixo e coloque-o nos locais próprios.
  13. Em vez de queimar as folhas e os restos dos legumes, proceda à sua compostagem.
  14. Ao aproveitar as folhas das árvores, a relva e outros detritos orgânicos para fazer adubo não está só a reciclar, está também a diminuir o consumo de adubos químicos.
  15. Comprima as latas, as embalagens em cartão e todos os recipientes volumosos, de modo a reduzir o volume de lixos.
  16. Ao mudar o óleo do carro, assegure-se de que este não vai para o esgoto ou para o solo. Entregue-o numa oficina que lhe dê um destino adequado.
  17. Faça as emendas aos seus textos directamente no ecrã do computador, para evitar impressões desnecessárias e o gasto de papel em rascunhos.
  18. No emprego, em vez de usar copos de papel, utilize a sua própria chávena.
  19. Use recipientes que possam ser reutilizados para guardar alimentos no frigorífico, em vez de os embrulhar em película aderente ou papel de alumínio.
  20. As embalagens sujas de líquidos e alimentos devem ser previamente lavadas e secas antes de seguirem para os ecopontos.
  21. Deixe os medicamentos fora de prazo no farmacêutico e entregue restos de medicamentos ainda com eventual utilização nos Centros de Saúde.

in Naturlink

Reciclagem garante 71 milhões de euros do PIB

Num momento em que o ministro da Economia tem criticado o ónus do ambiente sobre as empresas, eis uma notícia em sentido contrário: a reciclagem faz bem e dá dinheiro.

Por cada euro de valor acrescentado criado pela actividade, surgem mais 1,25 euros de lucro no resto da economia, segundo um estudo da consultora ambiental 3Drivers e de especialistas do Instituto Superior Técnico, de Lisboa. O PIB perderia 71 milhões de euros sem a reciclagem. E, com ela, evita-se o lançamento de uma quantidade de CO2 equivalente a 16 mil viagens de avião à volta da Terra. O estudo foi encomendado pela Sociedade Ponto Verde (SPV), que gere a reciclagem da maior parte das embalagens do país. O objectivo não era avaliar a reciclagem em si, mas sim o impacto de um sistema integrado de gestão – figura criada legalmente em 1997, na qual fabricantes e importadores transferem para uma sociedade comum a responsabilidade de dar um destino adequado aos seus resíduos de embalagem.
“Quisemos ver em números a bondade deste princípio, passados alguns anos”, afirma Luís Veiga Martins, director-geral da SPV.
Os números foram calculados através de uma “análise de ciclo de vida”, que contabiliza tudo, desde o momento em que o cidadão vai até ao ecoponto para depositar o lixo, até à comercialização dos produtos fabricados a partir de embalagens recicladas.
Do ponto de vista ambiental, o estudo aponta vantagens nas emissões de CO2 e de outros poluentes, e no consumo de recursos. Da forma como o lixo está a ser tratado no país – com uma parte em aterros, uma parte incinerada e uma parte reciclada – a existência de um sistema integrado para as embalagens representa uma poupança de água equivalente a 275 piscinas olímpicas e uma redução de 1,3% no consumo energético do país.
Nas emissões, há uma redução de 116 mil toneladas de CO2 por ano – uma quantidade que, para ser absorvida naturalmente, necessitaria de uma floresta com mais de duas vezes a área da cidade de Lisboa. São cerca de 0,2% das emissões nacionais de gases com efeito de estufa.
O impacto económico, segundo o estudo, também é positivo. Um sistema integrado, como o da SPV, tem como receita uma taxa que os fabricantes e importadores pagam à sociedade gestora, para que esta trate das embalagens que colocam no mercado. A principal despesa é o valor pago pela sociedade gestora aos sistemas multimunicipais, para que façam a recolha selectiva do lixo nos ecopontos ou porta a porta e o entregue aos recicladores.
Para além deste fluxo normal, porém, o estudo estima que haja uma cadeia de outras actividades e sectores onde a reciclagem acaba por multiplicar os negócios – como, na construção civil, comércio, banca e transportes.
Nas contas do estudo, o sistema integrado para a reciclagem acaba por adicionar à economia, num ano, 147 milhões de euros em valor acrescentado bruto, 80 milhões em salários adicionais e 391 milhões em volume de negócios. “Cada euro que a SPV põe no sistema é multiplicado por 2,25 na economia”, afirma o investigador Paulo Ferrão, um dos coordenadores do estudo.
Se não houvesse reciclagem e todo o lixo fosse para aterros ou incineradoras, o PIB perderia 71 milhões de euros – uma retracção de 0,04%. Um dos principais benefícios da reciclagem para as contas nacionais está no facto de se evitar a aquisição de matérias-primas no exterior, através de um sistema que gera negócios no país. “Estamos a pagar salários cá dentro para deixar de importar materiais de fora”, resume Paulo Ferrão.
O estudo surge num momento em que a SPV está a negociar uma nova licença com a Agência Portuguesa do Ambiente, para continuar a sua actividade. A sua primeira licença é de 1997 e a segunda de 2004, válida até Dezembro passado e que foi prorrogada temporariamente.

Ricardo Garcia, in Público

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Vinho quente de Natal

Ingredientes
Vinho do Porto doce: 6 dl
Conhaque: 3 colheres de sopa
Canela: 1 pau
Sultanas: 15 g
Mel: 3 colheres de sopa

Preparação
Leve todos os ingredientes a lume baixo, num tacho antiaderente, até chegar a ponto de ebulição. Mexa e desligue.
Coe e sirva ainda quente.

in Sapo Sabores

L de Laranja

Uma boa parte de nós não tem ideia do quanto a laranja nos divulga além-fronteiras. Não que a laranja portuguesa seja muito propalada (apesar da laranja do Algarve estar muito bem cotada), mas sim por a termos “resgatado” à China e divulgado na Europa.

Sempre que se fala em laranja na Grécia, Turquia e Roménia, o nome de Portugal vem à baila com as respectivas designações de “portokalli”, “portakal” e “portocala”. Aliás, a laranja em algumas culturas e países (incluindo o nosso) tem tamanha singularidade que nem existem muitas palavras que rimem com o seu nome. Este citrino manteve a sua importância na nossa alimentação totalmente inalterável, pois para além de ser o fruto fresco com maior volume de produção no nosso país logo a seguir à maçã, tem uma grande versatilidade culinária, onde até para a casca se encontra utilidade.
A história nutricional da laranja tem uma grande protagonista de seu nome vitamina C, tendo esta associação um carácter “eucaliptiano” uma vez que este nutriente eclipsou todos os outros compostos nela existentes. De facto, a vitamina C constitui-se como o seu maior destaque, no entanto a sua quantidade de folato, carotenóides e fibra não são de desprezar.
O que infelizmente acontece muitas vezes é que somos nós a desprezar toda esta riqueza nutricional ao transformar uma laranja no seu sumo, ficando as suas fibras nos labirintos do espremedor e as suas vitaminas a oxidarem diante dos nossos olhos, num espectáculo de raro desperdício. Ainda assim, dentro do espectro da fruta em “estado líquido”, será preferível do ponto de vista das vitaminas, minerais e polifenóis, os sumos naturais de laranja feitos na hora aos sumos 100% e estes aos néctares.
O facto de a sazonalidade da laranja atravessar os meses de Inverno, aliado ao fortalecimento do sistema imunitário decorrente do consumo da vitamina C, sempre colocou na laranja um rótulo positivo no que toca à prevenção de gripes e constipações, sendo que é também a combinação desta vitamina com outros fitoquímicos - com maior concentração na parte branca da laranja - que lhe conferem um papel benéfico em processos de cicatrização e propriedades anti-inflamatórias.
É então importante manter a nossa relação histórica com a laranja estabelecendo sempre o critério de que será melhor comê-la do que bebê-la.

Pedro Carvalho, nutricionista (pedrocarvalho@fcna.up.pt)
in Lifestyle Público

sábado, 15 de dezembro de 2012

As surpresas da semana

1 - Os Chocolates para Turistas da Regina voltam a viajar

2 - As marcas portuguesas Throttleman e Red Oak estão em risco de acabar

3 - Passatempo: Este Natal quer um presente PURINA para si e para o seu Pet? Basta que nos envie uma foto do seu pet em modo natalício, juntamente com uma breve descrição da sua personalidade e habilite-se a ganhar uma sessão fotográfica para ambos.

4 - Aprovado projeto de Tripoli que criminaliza violência contra cães e gatos com penas elevadas

5 - Cadela solidária enfrenta perigo da estrada para alimentar amigos

6 - Promoção: a marca portuguesa Throttleman que está a ser noticia por dificuldades financeiras, tem 40% de desconto directo em todo (excepção Outlet) na Loja Online na compra de dois artigos ou mais. Aproveitem os excelentes preços desta campanha e ao mesmo tempo estão a ajudar uma marca portuguesa que emprega 350 trabalhadores de forma directa e muitos outros subcontratação.

7 - Portugal conquista três «óscares» do turismo mundial. A TAP e os luxos dos hotéis algarvios Vila Joya e Conrad Algarve valeram a Portugal três World Travel Awards. A gala dos "óscares" do turismo mundial, para os quais havia 15 nomeações lusas, decorreu esta quarta-feira em Nova Deli, Índia.

8 - O Governo aprovou hoje o "Programa Valorizar", que tem como objetivo combater o despovoamento do interior do país, através de incentivos ao investimento e à atividade produtiva, no valor de 256 milhões de euros.

9 - A The Body Shop oferece um vale de desconto a todos que fizerem uma wish list! Numa compra igual ou superior a 40 euros, um vale de 6 euros, que acumula com os 10% (acho que são 10%!) de desconto imediato do cartão fidelidade. O vale inclui oferta de um sabonete de 100gr (válido até 31 Dezembro 2012).

10 - As maiores árvores do planeta estão a morrer (em francês).

11 - Tartarugas americanas ameaçam cágados portugueses

12 - Passatempo: a Saúde Hoje online, em parceria com a Ach Brito, oferecem 5 kits com 2 sabonetes cada (participa até 30 Dezembro 2012).

13 - Lisandro foi caso único em Portugal. Tinha trissomia 13 com convulsões e os médicos diziam que não devia viver mais de 15 dias. A dedicação da mãe levou-o aos quatro anos

14 - Prendas para crianças em vez de luzes de natal

15 - Promoção: A CIN celebra o Natal, a cor e a decoração da casa oferecendo a todos os consumidores 50% de desconto em todos os produtos* da marca. Até 5 de Janeiro, os clientes podem assim usufruir de descontos de 50% na compra de tintas, vernizes e esmaltes*, em todas as lojas da marca em Portugal Continental e Revendedores Aderentes.

16 - Cérebro de Einstein era excepcionalmente desenvolvido

17 -   Mais de 1 milhão viram Joana Vasconcelos em Paris

18 - Passatempo: para celebrar o lançamento da página, a Fairy promove um passatempo com a assinatura “Fada do Lar”, online até dia 31 de Janeiro 2013, que tem como objetivo encontrar os 15 melhores segredos de poupança para o lar. Os vencedores ficarão habilitados a 3 Bimby, 3 trens de cozinha e faqueiros Silampos, e a oferta de 1 ano de Fairy grátis.

19 - FAQ Sobre Cabazes de Natal

20 - Morangos Pai-Natal

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Hamburgueria do Bairro e da Parada

Hamburgueria do Bairro
Travessa do Monte do Carmo, 19
1200 Lisboa
Telefone: (+351) 962215885
Horário: Segunda a quinta das 12:00 às 23:00. Sexta e sábado das 12:00 à 00:00. Domingo das 14:00 às 20:00

Abriu em Outubro deste ano mas já é um sucesso em Lisboa. A Hamburgueria do Bairro serve onze variedades de hambúrgueres artesanais (incluindo um vegetariano), em pão rústico e devidamente acompanhados com batatas fritas, também elas caseiras e cortadas à mão. Hambúrgueres com piri-piri, agrião, cebola caramelizada, bacon, queijo, ovo e tofu, são alguns dos ingredientes utilizados naquele que alguns já consideram ser “o melhor hambúrguer de Lisboa”.

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Hamburgueria da Parada
Jardim Teófilo de Braga, Campo de Ourique
1350-266 Lisboa
Telefone: (+351) 925872736 (quiosque)
Horário: Segunda a domingo das 08:00 às 02:00

Localizada no Jardim da Parada, é um quiosque onde se podem comer hambúrgueres artesanais, com uma grande variedade de ingredientes. Hambúrgueres de queijo da ilha, de borrego com molho agridoce, de curgete, ou o veggie (feito com grão) são algumas das especialidades que pode encontrar na Hamburgueria da Parada. Mas ao longo dos meses o objectivo é que outros sabores sejam introduzidos, como o tofu ou o bacalhau.

in Myguide.pt

Dez conselhos para não estragar comida em casa

Desperdiçamos 17% do que produzimos, e boa parte desse desperdício acontece em casa. Pedimos a duas organizações dez conselhos para evitar deitar comida fora.

O que fazer com a lasanha que hoje estava deliciosa mas amanhã não me apetece? Ponho-a no frigorífico ou vou oferecê-la à vizinha? Por que é que não peço mais vezes para me embrulharem os restos da dose que pedi no restaurante? E se fizesse em casa o dia dos excedentes e não deitasse fora o iogurte que passou do prazo há um dia?
No momento de decidir o que fazer com restos de comida, muitos acabam por deitar para o lixo aquilo que outros – e até nós próprios – poderíamos aproveitar.
A propósito da apresentação, esta quinta-feira, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, do primeiro estudo sobre desperdício de comida feito em Portugal, Do Campo ao Garfo - Desperdício Alimentar em Portugal, pedimos aos líderes de duas organizações que reaproveitam comida dos restaurantes para revelarem conselhos de como, em casa, não acrescentar mais gramas ao milhão de toneladas de alimentos que todos os anos se desperdiça em Portugal – o que corresponde a 17% dos alimentos produzidos, e o maior desperdício acontece na fase final do consumo das famílias.
O americano Hunter Halder fundou em Março de 2011 o Re-Food, que vai buscar as sobras dos restaurantes e as distribui por quem precisa na freguesia de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa. No dia 26 de Dezembro a Re-Food organiza neste bairro o Natal feito à base de sobras. António Costa Pereira é o criador da associação DariAcordar, que lançou o movimento Zero Desperdício, com um conceito semelhante – desde Abril recuperaram mais de 70 mil refeições e 40 mil produtos de venda de máquinas automáticas para ajudar três mil pessoas em Loures, Cascais, Sintra e Lisboa.

Hunter Halder – Re-Food
“Digo o mesmo sobre o desperdício familiar que digo do desperdício comercial: não sabemos o poder que cada um de nós tem para mudar o mundo. Usar esse poder é uma decisão nossa, porque cada um tem a capacidade de evitar o desperdício de toneladas e toneladas de alimentos.”
  • Reeducar para valorizar a comida - "A comida é preciosa, mas não aprendemos a valorizá-la, o nosso comportamento não mostra isso. Os nossos avós e bisavós, que viveram a Grande Depressão dos anos 1930, diziam-nos que deitar comida fora era um pecado – viveram situações de privação em que a comida era preciosa."
  • Planeamento: preparar a quantidade de comida certa, não ter mais olhos que barriga
  • Triagem imediata dos restos, prever o futuro da lasanha - "Para mudar comportamentos, é preciso usar instrumentos que os facilitem. Por exemplo, não fazíamos a separação do lixo e hoje temos três caixotes: um para o papel, outro para o vidro, outro para o orgânico. Ou seja, temos instrumentos para apoiar o comportamento. No caso da comida tem de haver uma triagem imediata. Se sobra comida a uma refeição, normalmente ponho-a no frigorífico. Mas devemos tomar logo uma decisão: vou comê-la amanhã? Se pararmos dois minutos para pensar, se calhar pensamos que a lasanha que sobrou estava óptima, mas amanhã vai-nos apetecer comer frango. Então podemos dar o resto ao vizinho ou à família. Tenho uma vizinha que vive de comida 'reciclada'. Outra hipótese é entregá-la a uma organização local que faça a redistribuição de sobras."
  • Planeamento: pedir a dose de comida certa num restaurante, pedir meia dose em vez de uma, partilhar a dose com outra pessoa
  • Se sobra comida no restaurante, pedir para embalar o resto - "Se sobra comida dos clientes, não há nada que o restaurante possa fazer com isso. Então cabe à própria pessoa tomar a decisão do que vai fazer. Esse resto pode ser aproveitado para uma refeição mais tarde, ou ser entregue a uma entidade local que faz redistribuição ou oferecida a alguém – o que cada pessoa desperdiça num restaurante é talvez o mesmo que o nosso projecto recolhe por noite – 300 refeições diárias."

António Costa Pereira – DariAcordar
“Basicamente, estamos a falar de alterações de atitude na sociedade – recuperando alguns dos bons hábitos do tempo dos nossos pais e avós e respeitando o imenso valor dos alimentos que nos chegam à mesa, isto é, efectuando compras avulsas.”
  • Fazer uma ementa de refeições, para ser mais fácil organizar uma lista de compras (que idealmente deve ser diária ou semanal, evitando as grandes compras mensais).
  • Ter atenção aos prazos de validade na compra dos produtos, sabendo a diferença entre “consumir de preferência antes de" (menos restrito) e “data-limite de consumo” (quando não se deve mesmo ultrapassar o prazo).
  • Organização na despensa e/ou frigorífico, colocando à vista os produtos com prazos de consumo mais curtos.
  • Servir no prato menos quantidade (podendo servir mais vezes), a fim de evitar o desperdício do chamado “resto de prato”
  • Com tanta informação (muita dela na Internet) sobre receitas para aproveitamento das sobras para outros pratos (empadão, tortilhas, açorda, pão ralado, batido de frutas, etc), podemos reaproveitar esses excedentes criando em casa “o dia dos excedentes” – explicando aos filhos o que se pretende, eles aderem e tornam-se o garante futuro desses bons hábitos.

Joana Gorjão Henriques, in Público