quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Sons

Rodrigo Leão - A Casa

Gosto tanto desta música...
Borboletas em Directo
http://static.publico.clix.pt/borboletasnaweb/default.aspx

"Depois dos Grifos, as Borboletas em directo... O Jornal O Público através do seu site Ecosfera, associou-se ao Tagis - Centro de Conservação das Borboletas de Portugal, uma Organização Não Governamental de Ambiente formada no Museu Nacional de História Natural, para criar o site:
Borboletas na Web - http://static.publico.clix.pt/borboletasnaweb/default.aspx
A não perder..."

In Newsletter E-Pólen Julho
Ambiente e Espaços Verdes C. Municpal de Lisboa

quarta-feira, 6 de agosto de 2008


LIPOR entrega o resultado da 3ª Fase da Operação Tampinhas
Um gesto. Duas Causas.

Para mais informações:
Gabinete de Relações Internacionais e Institucionais
Tel: 22 9770100
www.lipor.pt

"A LIPOR promoveu no dia 23 de Julho, o Evento de entrega dos Donativos resultantes da 3ª fase da Operação Tampinhas.
Com a Operação Tampinhas, a LIPOR incentivou a Sociedade Civil a separar tampas em plástico de embalagens, entregá-las separadamente na LIPOR, ou nas Instalações das Câmaras Municipais associadas, bem como em Instituições Públicas e Privadas da Região.
Nesta fase da Operação Tampinhas LIPOR que decorreu entre Setembro de 2007 e Maio de 2008, acumulou-se um total de cerca de 59 toneladas, que dá um total de cerca de 40 000,00 € de receita. O produto da venda das tampinhas reverte integralmente a favor da compra de material/equipamento ortopédico e similar para doação a Instituições e particulares.
Nas 3 fases da Operação Tampinhas que decorreram entre Abril de 2006 e Maio 2008, acumulou-se um total de cerca de 127 toneladas, que rendeu um total de cerca de 82 000,00 € de receita que reverteu a favor de 71 Entidades.
As Instituições beneficiadas foram seleccionadas pela análise dos pedidos que foram chegando durante o período em que decorreu a 3ª fase, e tendo por base os critérios definidos no Regulamento Operação Tampinhas, disponível em www.lipor.pt
O Grupo de Instituições e pessoas em nome individual seleccionadas da área geográfica da LIPOR, nesta 3ª fase são: APPACDM da Maia; Fátima Isabel Borges de Egas da Maia; Centro Social e Paroquial S. Nicolau; Lar das Irmãzinhas dos Pobres; José Henriques Meneses Simas; Bombeiros Voluntários da Póvoa de Varzim; Liga dos Amigos do Hospital Distrital da Póvoa de Varzim; Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Varzim; Maria Cândida Silva – Póvoa de Varzim; Centro de Saúde da Póvoa de Varzim; Centro Social Bonitos de Amorim; MADI – Movimento de Apoio ao Diminuído Intelectual; Oficina dos Talentos – Centro de Estudo; Bombeiros Voluntários de Valongo; Maria Olga Silva Ribeiro de Gondomar; Bombeiros Voluntários de Rio Tinto; Cruz Vermelha Portuguesa – Núcleo de Matosinhos; Tiago Miguel Venâncio Barroso de Matosinhos; Banco de Ajudas Técnicas de Leça do Balio e CERCI de Espinho.
Fora da área da LIPOR foram seleccionas as seguintes Instituições e pessoas em nome individual: Centro de Convívio da Serra do Pilar: CERCI Feira; Associação Humanitária Bombeiros Voluntários Vila Praia de Âncora; APPACDM de Vila Nova de Gaia; APPACDM – Anadia; Centro Social Paroquial de Cervães; Associação Cultural e Recreativa de Travassós (Fafe); Alzheimer Portugal – Delegação do Norte; CERCI S. João da Madeira; Paulo Manuel Silva Oliveira de Braga e a Probanca – Associação para o Desenvolvimento Sócio - Cultural da Branca de Albergaria-a-Velha.
Este é o resultado de uma vontade comum, Escolas, Municípios, Cidadãos anónimos, Sociedade Ponto Verde e a empresa Micronipol, entre muitos outros, que através de um pequeno gesto, defendem duas causas, o ambiente e a solidariedade.
A LIPOR é a entidade responsável pela gestão, valorização e tratamento dos resíduos sólidos urbanos produzidos pelos Municípios associados: Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo e Vila do Conde.
A LIPOR trata anualmente cerca de 500 mil toneladas de resíduos sólidos produzidos por 1 milhão de habitantes. Sustentada nos modernos conceitos de gestão de RSU, a LIPOR desenvolveu uma estratégia integrada de valorização, tratamento e confinamento dos RSU, baseada em três componentes principais: Valorização Multimaterial, Valorização Orgânica e Valorização Energética, complementadas por um Aterro Sanitário para recepção dos rejeitados e de resíduos previamente preparados."
In site LIPOR
Para Adopção - Pintas

O Pintas tem cerca de um ano e é meigo com as pessoas.
A sua castração é obrigatória e gratuita no Canil.

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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Chá Não Falta (Tea Room)
Avenida Duque de Loulé, 5C
1050-085 Lisboa
Telf.: 213549045
Até às 19h
http://www.chanaofalta.com

"A poucos metros do Liceu Camões surge um novo espaço. É muito mais que uma simples casa de chá. O atendimento é personalizado. Os aromas inundam a sala e é impossível não pedir uma tosta à Chá Não Falta ou um scone com compota de abóbora para acompanhar com um Marco Polo com leite ou com um roibos de chocolate e gengibre.
Para quem optar pela hora de almoço as ofertas também são abundantes e apetitosas. Sanduíches (de salmão com cornichons, por exemplo), bife do lombo, souflé de espinafres com mozzarela, saladas (também na opção de ingredientes à escolha), salgados, fondue de chocolate, batidos, sumos, cerveja, gin, martini, whisky, etc.
A escolha é difícil. Tão difícil como não voltar lá a cada final de tarde."

In Newsletter Lisboa Selected *152 (6 Junho 2008)
Para adopção - Cadelinha de 7/8 meses

Esta menina irá ficar sem FAT em breve, pediram-nos ajuda, já não temos capacidade para mais... Por favor divulguem ou corre o risco de voltar para a rua.
Data: 20 de Julho de 2008, pelas 24h
Local: Perto do Restaurante Bar Azul, Farol da Boa Nova, Leça da Palmeira, Matosinhos
Chip de identificação: Negativo
Sexo: Feminino
Raça: Indefinida, cruzada com Pastor Alemão
Porte: Pequeno/Médio
Idade: 7/8 meses
Vacinada: Desconhecido
Comportamento: Extremamente afável, silenciosa e calma.
Dá-se muito bem com crianças e outros animais.
Estado geral: Encontra-se bem tratada e bem alimentada. Pelagem ainda em fase de mudança. Unhas afiadas, o que indica ser animal de casa, e dentição definitiva em excelente estado.
Contactos
Mafalda Dias: 91 995 99 25 (quem se encontra em posse da cadela)
Rúben Leite: 91 798 57 05


clique nas fotografias para ampliar

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Amanhã fico triste,
Amanhã.
Hoje não.
Hoje fico alegre.
E todos os dias,
por mais amargos que sejam,
Eu digo:
Amanhã fico triste,
Hoje não.

Autor anónimo. Poema encontrado na parede de um dos dormitórios de crianças do campo de extermínio nazi de Auschwitz.

domingo, 3 de agosto de 2008

As imagens da semana

Esta semana para Óbidos fomos! Porque gosto muito das casas, das trepadeiras (buganvílias e glicínias na maioria), das janelas com os seus cortinados brancos e bordados, da paisagem, do parque cinegético, das muralhas, da ginginha em copo de chocolate, da Casa das Senhoras Rainhas e de tudo o resto.
Um local imperdível, para ir com tempo e de preferência assistir a um dos muitos concertos ou eventos preparados para o Verão.
Bom Passeio!












































"... lugar onde o branco, o castanho, a telha e o verde fazem pacto.
Aqui habitam a muralha, o casario, o alicerce, a ramagem, o castelo, a igreja, a rua e a altura.
Aqui se narra a sabedoria do povo e a memória do tempo.
Foi este anel de pedra lavrada que D. Dinis ofereceu um dia à mulher do seu encanto.
É Óbidos harmonia sinfónica onde, por razões do acaso e da vontade, a natureza e o homem coincidiram."
Afonso Manuel Alves e Luis Leiria de Lima
in livro «ÓBIDOS - Recantos do Tempo»

sábado, 2 de agosto de 2008

As surpresas da semana

1 - Lindo, lindo: Aldeia da Cuada na Ilha das Flores - Açores.

2 - Molhos para experimentar na refeições em família ou com amigos.

3 - Um poema muito bonito.

4 - O Cachalote é um dos maiores animais com dentes que existe tanto no mar como na terra!

5 - Uma boa notícia: Quiosques do Miradouro de S. Pedro de Alcântara abrem ao público.

6 - O poder do povo falou mais forte! Só não sei até quando...

7 - Para espreitar os saldos de Verão da Pipoquitas.

8 - Uma despedida para férias divinal: com Mousse de Chocolate (o meu doce preferido)!

9 - O saboroso site do Chef Vítor Sobral.

10 - Tirando a parte do golfe (porque é uma solução absolutamente incorrecta para um local quente como é o Alentejo), gostei do conceito da Herdade do Gizo.

11 - É uma alegria tremenda poder ver o Papa João Paulo II a sorrir novamente...

12 - A Associação Bianca está a fazer um excelente trabalho, apesar dos poucos recursos que dispõe. Conheça o que fazem, os animais que salvaram e salvam diariamente, e ajude com um pouquinho, verá que não custa nada!

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

O Abandono de Animais em Portugal

Este Verão, não deixe o seu melhor AMIGO para trás!
«O abandono de um animal é um acto cruel e degradante». É o que diz o artigo 5º da Declaração Universal dos Direitos do Animal. E com as férias à porta, o número de animais abandonados sobe exponencialmente, apesar de ser uma realidade silenciosa durante o ano. As diferentes associações de defesa dos animais registam os casos observados ao longo do tempo e concluem que apesar de todas as campanhas já realizadas, dos apelos sem conta, o número de cães abandonados está a aumentar. O ano passado foi considerado o pior ano em números de animais abandonados, mas este promete ultrapassar o anterior. Apesar da nova legislação obrigar a aplicação de um dispositivo electrónico de identificação em todos os cães nascidos a partir do dia 1 de Julho último, não se espera que este tenha reflexo no número de animais abandonados ainda este ano. A tendência de subida começou a esboçar-se em 2006 e não parou mais. Todos os canis estão cheios de animais abandonados, não havendo espaço para mais nenhum. Esta sobrelotação a nível nacional foi atingida desde Maio e que permanece, ou seja, o cão está a tornar-se num bem descartável e não só em Agosto, mas em todos os meses do ano, deixando o abandono de ser um fenómeno sazonal — os cães continuam a ser mais abandonados no Verão, mas esta situação passou a ser permanente na sociedade portuguesa por estes tempos.
As crescentes dificuldades económicas de muitas famílias portuguesas poderão explicar, em parte, este pico de abandonos. Há pessoas a trocarem as vivendas por apartamentos, a irem à procura de trabalho para o estrangeiro — em geral, vive-se com menos dinheiro. O abandono é um sintoma de crise, mas não apenas económica. Talvez uma crise de valores de um modo geral.
Na ausência de estatísticas oficiais, as associações têm os seus próprios indicadores. Entre os que abandonam, existem os "conscienciosos", ou que o tentam ser. São os que telefonam primeiro para os canis a pedir para receberem os cães. As desculpas são comuns — Vão desde alergias às ausências para o estrangeiro. Quem entrega os animais quase nunca diz que ele é seu. Dizem que encontraram o animal na rua ou que era de um amigo.
Outras chamadas são mais directas e afirmam peremptoriamente que vão de férias muito em breve e que não podem ficar com o cão! Alguns abandonam os animais no portão dos canis; outros são atirados por cima da vedação, mesmo que tenha dois metros de altura. E acreditem que há quem abandone os seus antigos amigos em plena auto-estrada, ou nalguma via rápida com a eminente probabilidade de atropelamento e causa de acidentes graves.
O número crescente de cães de raça pura entre aqueles que são deitados para a rua é uma das novidades desta nova vaga. O sangue azul já não os salva. Talvez porque a manutenção destes animais é habitualmente mais dispendiosa do que a de um rafeiro. É uma explicação, mas há outras. As notícias sobre as raças perigosas têm tido efeitos dramáticos, como já se previa; entre os abandonados com pedigree, avultam os pitbull e os rottweiler. Por outro lado, os cães são também, para certas pessoas, um fenómeno de moda — quando esta passa, troca-se de animal. Aconteceu, por exemplo, com os dálmatas.
Segundo as associações de defesa dos animais, a sucessão vertiginosa de abandonos ameaça rebentar com a reduzida estrutura de apoio existente no país, a maior parte a cargo de associações que vivem sobretudo de algumas poucas doações e do trabalho de um reduzido número de voluntários.
Um cão que entra num canil municipal, recolhido na rua, tem uma esperança de vida de sete dias. É o tempo legal para ser reclamado. Findo este prazo, é abatido. O principal trabalho de muitas associações de defesa dos animais é o de tentar evitar que este destino se cumpra, sobretudo, por via de campanhas de adopção. E os números são sempre impressionantes. Uma só associação já salvou cerca de mil cães em 3 anos. Alguns canis municipais tentam protelar o abate, mas como as instalações estão agora permanentemente cheias, aceleram o processo cumprindo o prazo legal de 7 dias. Isto reflecte as duas faces da mesma moeda: por um lado aumentam os abandonos e por outro, as adopções também estão em queda livre.
Quando se adquire um animal de estimação é preciso pensar bem. É uma acção que, para além de exigir uma dedicação «para a vida», implica muitas despesas.
Com o sol à porta, as responsabilidades e as preocupações são postas de lado e o que interessa é descansar, trabalhar para o bronze e sair com os amigos. Mas há responsabilidades que não podem ser ignoradas e os animais de estimação são uma delas.
Calcula-se que existem 12 mil animais abandonados em Portugal."

In blogue VetCondeixa